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‘É um jogo sujo que a imprensa está fazendo’, reage MBL em relação a ataques

Kim Kataguiri acusou o jornal 'O Globo' de fazer a maior 'fake news' da história do Brasil com o 'furo' de que havia gravação com Temer comprando silêncio de Cunha e acusou 'Veja' de interesses políticos
MBL cria arte protestando contra matéria de ‘O Globo’ (Foto: Reprodução/Facebook)
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Alvo de reportagens de grande destaque do jornal O Globo e da revista Veja ao longo dos últimos dias, o Movimento Brasil Livre respondeu de maneira assertiva nesta sexta-feira (23) às acusações feitas pelas publicações.

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Em relação à associação da página com notícias falsas, ou fake news, o MBL explicou que tudo o que fez foi reproduzir uma matéria de um fato (a declaração de uma desembargadora), algo similar ao que outras publicações, como O Globo, Veja e o jornal Folha de S. Paulo também fizeram. “Isso eles não vão dizer. Covardes”, diz a nota publicada pelo movimento em sua página no Facebook, que complementa que o jornal O Globo decidiu eleger o MBL como alvo dos ataques. [1]

“Aí você entra no site de O Globo e e descobre que o maior problema do Brasil não é nem o STF, nem o Lula. Para O Globo, atacar o MBL é mais importante que isso tudo”, critica.

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Em vídeo, Kim Kataguiri, coordenador nacional da movimento e uma das principais lideranças do movimento liberal do Brasil, também manifestou-se sobre os ataques: “Ela [a desembargadora] falou aquilo [associação da vereadora Marielle Franco ao crime organizado], só que posteriormente o que ela disse mostrou-se falso. Mas o fato em si de ela ter falado aquilo é verdadeiro, não é fake news coisa alguma”, comentou. [2]

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“É um jogo sujo que a imprensa está fazendo, é um jogo sujo que o establishment está fazendo. Insinuando ainda que o MBL se vende. Quem se vende mesmo, e todo mundo sabe, é a Veja. Que sempre fez matéria encomendada. O engraçado é que ela nunca ataca o seu maior financiador: o governador Geraldo Alckmin”, acusou Kim.

Ele também não poupou críticas ao jornal O Globo: “É uma ironia O Globo ter deixado o dia inteiro o MBL como difusor de fake news quando foi o Lauro Jardim, um colunista do próprio jornal, que espalhou a maior fake news da história do país. Que, aliás, fez a bolsa despencar e que o país perdesse tempo na recuperação. Isso foi quando Lauro disse que a gravação de Joesley mostrava que Temer havia comprado o silêncio do Eduardo Cunha. Aquilo demonstrou-se falso depois.”

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“O MBL, pelo contrário, combate às fake news disseminadas pela imprensa tradicional que usa um pouco de credibilidade que ainda tem para atacar seus adversários políticos. O que vocês fazem [dirigindo-se aos veículos tradicionais] não é jornalismo, é militância porca e desonesta”, concluiu Kim.

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Reportagem da revista Época tem fake news

Época fez uma reportagem com o pré-candidato à presidência da república Flavio Rocha. No corpo da matéria, porém, têm fake news. (Foto: Divulgação)

O ataque da imprensa tradicional ao MBL, coincidência ou não, vem à tona justamente na semana onde o MBL declarou formalmente apoio à pré-candidatura do empresário Flávio Rocha à presidência da república. Dono da varejista Riachuelo, Rocha foi intitulado como “candidato do MBL” e defensor do “neoliberalismo regressivo” na capa da última edição da revista Época, editada pelo Grupo Globo. [3]

A reportagem, porém, foi bastante criticada. Segundo Rodrigo Constantino, economista e presidente do conselho deliberativo do Instituto Liberal, a reportagem foi “canalha” pois se esforça em “retratar o empresário como um ‘coxinha’, mencionando inclusive a marca de seu óculos escuros”.  [4]

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Na mesma matéria, existem informações falsas. Dentre elas, a afirmação de que o MBL “apoiou a mentira de que Marielle Franco era ligada ao tráfico” (na prática, o movimento apenas republicou uma análise política baseada em uma declaração dada por uma desembargadora, que posteriormente mostrou-se falsa) e que o movimento também diz que “o nú na arte é imoral”. Na realidade, o MBL apoiou o boicote contra a exposição de crianças à imagens e performances inapropriadas, como no caso de crianças em contato com um homem nú. Na ocasião, diversos especialistas e até mesmo a Associação Médica Brasileira endossaram a opinião do MBL de que a performance não era adequada. [5]

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