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Vice-presidente da Câmara cobra ‘coragem’ de governistas para ‘assumir seus votos’

Marcelo Ramos (PL/AM) reagiu às acusações do deputado federal Eduardo Bolsonaro (PSL/SP) dando conta de que ele "atropelou a votação"
Deputado federal Marcelo Ramos, do Partido Liberal (Foto: Pablo Valadares/Câmara dos Deputados)
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A votação da Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) que incluiu o aumento do fundo eleitoral para até R$ 5,7 bilhões continua gerando repercussões. O assunto motivou o vice-presidente da Câmara, Marcelo Ramos (PL/AM) a enviar um recado duro para Eduardo Bolsonaro (PSL/SP) e os demais deputados da base de apoio do governo. [1]

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Ramos, que presidia a sessão do Congresso em que a votação foi realizada, afirmou ainda na quinta-feira (15): Quero dizer ao deputado Eduardo Bolsonaro que ele deve ter coragem de assumir seus votos, as suas atitudes e as suas posturas, porque tenho que assumir as minhas. Não exponho os colegas, não tergiverso sobre minhas posições mesmo quando são impopulares”.

O motivo da manifestação de Ramos foi o gesto de Eduardo e outros parlamentares de divulgarem vídeos nas redes sociais sustentando que o voto a favor da LDO não se confundia com o voto a favor do aumento do fundo eleitoral. Conforme o Boletim já informou, esse mesmo gesto foi criticado pelo vereador Rubinho Nunes (PSL/SP), que o usou como justificativa para pedir a expulsão do partido da deputada Carla Zambelli (PSL/SP).

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“E outra coisa: o partido do deputado Bolsonaro, o líder do governo do presidente Bolsonaro, nenhum deles protestou quando da orientação da votação simbólica do destaque do NOVO. É muito fácil, depois da votação simbólica, ir para a rede social e dizer que votou contra e tentar transferir responsabilidade. Eu agi estritamente dentro das regras regimentais”, complementou Ramos.

O vice-presidente da Câmara enfatizou que nenhum dos parlamentares da base de apoio do governo pediu para que a votação do destaque fosse nominal, questionando seu empenho em impedir o que foi alcunhado de “golpe do fundão”. Marcelo Ramos fez questão de acrescentar que Eduardo Bolsonaro não frequenta o Congresso “há muito tempo”.

Em seu vídeo, Eduardo Bolsonaro alegou que “imprensas maliciosas” difundiram que ele teria apoiado o aumento do “fundão”. Disse que Marcelo Ramos “atropelou a votação e acabou a LDO sendo aprovada com esse fundão”, enfatizando que o PSL registrou sua oposição ao dispositivo que promove o aumento. [2]

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