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Conservadores e liberais aderem campanha para nova rede social: Parler

Interesse pelo site ganha popularidade justamente em um período em que tramita no Congresso brasileiro um polêmico projeto de combate à proliferação de notícias falsas e denúncias de censura nas redes tradicionais

- Publicado no dia
Foto: Divulgação

Um movimento que teve início na última quarta-feira (1º) no Brasil se intensificou nesta quinta (2) na internet: a divulgação e o incentivo para que internautas de viés liberal ou conservador criem contas e passem a frequentar também a rede social Parler.

Inúmeras figuras da direita norte-americana e, agora, da brasileira, já estão na plataforma. No Brasil, o presidente Jair Bolsonaro e seus três filhos políticos, Carlos, Flávio e Eduardo, são alguns desses nomes.


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Instituições liberais também migraram para a Parler. O Instituto Mises Brasil, um dos principais centros de pensamento de viés liberal do país, criou sua conta nesta quarta (1º) e já conta com mais de 1,4 mil seguidores.

Influenciadores, ativistas e intelectuais como Helio Beltrão, Fabio Barbieri, Bene Barbosa e Rodrigo Constantino, presidente do conselho deliberativo do Instituto Liberal, também já aderiram à plataforma.

O site

Fundada em 2018 nos Estados Unidos, a Parler funciona de modo similar ao Twitter e vende-se como uma “mídia social imparcial” e cujo conteúdo é “moderado com base na FCC [órgão regulador de comunicação dos EUA] e na Suprema Corte americana”.

De acordo com a empresa, a política permitiria “a liberdade de expressão sem violência e a falta de censura”.

O interesse pelo site ganha popularidade justamente em um período em que tramita no Congresso brasileiro um polêmico projeto de combate à proliferação de notícias falsas que, na visão de alguns especialistas, empresas e de liberais, poderia representar um retrocesso.

Nos últimos meses, episódios de denúncias de censura e fechamentos de comunidades associadas à direita em diversas redes também se multiplicaram.

Considerado o principal fórum de apoio à reeleição do presidente Donald Trump, por exemplo, foi banido na última segunda-feira (29) da plataforma Reedit, um dos mais populares sites de debate na internet. [1]

No Brasil, o presidente do Instituto Mises Brasil, Helio Beltrão, denunciou em maio que uma entrevista transmitida ao vivo no YouTube com o médico Paolo Zanotto, defensor da hidroxicloroquina, havia sido censurada pelo YouTube.

“Que época sombria, na qual o esforço por informar é punido e só a opinião ‘aceitável’ pode circular”, chegou a reclamar Beltrão no Twitter. [2]

O Boletim da Liberdade também já criou uma conta no Parler para a difusão de seu conteúdo. Clique aqui para acessá-la.

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