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Instituto Millenium terá voz em app que promete aumentar fiscalização dos parlamentares no Congresso

Idealizado pelo ex-diretor geral do PayPal na América Latina, aplicativo "Poder do Voto" permitirá com que eleitores escolham um deputado federal e três senadores para acompanharem as votações no Congresso
Votação na Câmara dos Deputados, em Brasília (Foto: Divulgação)

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Votação na Câmara dos Deputados, em Brasília (Foto: Divulgação)

O Instituto Millenium, que tem como membros de seu comitê gestor o economista Gustavo Franco e o ativista Paulo Gontijo, fechou uma importante parceria para atuar no aplicativo “Poder do Voto”, a ser disponibilizado gratuitamente nas próximas semanas. Ao lado de outras organizações da sociedade civil organizada, o IMIL dará parecer sobre diversas pautas que serão votadas no Congresso todas as semanas.

Idealizado pelo executivo Mario Mello, que foi diretor geral do PayPal na América Latina, o app permitirá que os usuários acompanhem de perto a atuação legislativa de até três senadores e um deputado federal.

Semanalmente, o internauta poderá tomar ciência sobre as pautas que serão votadas no Parlamento, votar como deseja que seja o posicionamento dos parlamentares em enquetes virtuais (eles terão acesso à opinião dos usuários) e, depois, acompanhar como foram os votos dos políticos no período. [1][2][3]

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Em entrevista para o jornal Folha de S. Paulo em março, Mario Mello garantiu que uma das ideias do aplicativo é justamente medir a afinidade entre o eleitor e o parlamentar. “Se o representante errou, quem votou nele e ficar arrependido vai poder procurar outro candidato”, disse à publicação.

Mario Mello, ex-diretor-geral do PayPal na América Latina, idealizou o aplicativo “Poder do Voto” que será lançado nos próximos meses (Foto: Divulgação)

Curadoria dos projetos

Mas como um brasileiro leigo vai compreender o que está em jogo nas votações do Congresso? Para resolver esse desafio, Mello decidiu procurar entidades que pudessem ser parceiras no projeto para poderem emitir seus posicionamentos aos usuários. O Instituto Millenium será uma dessas organizações.

Em março, Mello garantiu ter procurado também o Dieese, o movimento “Vem Pra Rua”, além do MBL e a FIESP. Também existem conversas com entidades como a DIAP e a CUT. Até agora, além do IMIL, já estão confirmadas as participações da União Geral dos Trabalhadores (UGT), Ranking dos Políticos e Centro de Lideranças Públicas.

“Não sou eu quem vai dizer se a lei é boa ou não, quem vai falar são as entidades de classe”, afirmou o idealizador da plataforma.

Paulo Dalla Nora, cofundador do aplicativo e empreendedor ligado à energia renovável, comentou sobre a escolha do Instituto Millenium para compor as análises que serão ofertadas aos usuários. “O Instituto Millenium é uma referência pelas suas análises profundas sobre os problemas nacionais, assim como na apresentação de soluções. Certamente seus posicionamentos vão enriquecer muito a compreensão dos usuários do Poder do Voto em relação aos projetos votados no Congresso, e é exatamente este o objetivo da iniciativa”, disse.

Para os simpatizantes das ideias liberais, a participação do Instituto Millenium na plataforma é uma vitória.

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