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Donald Trump pode apoiar fim de restrições federais à maconha

De acordo com informações publicadas no 'Los Angeles Times', o presidente dos EUA está observando a movimentação para acabar com restrições que prejudicam empresas que exploram o mercado da substância
Cartaz oferece maconha medicinal na California (Foto: The New York Times)
Cartaz oferece maconha medicinal na California (Foto: The New York Times)
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Se no Brasil a regulamentação do uso da maconha ainda é um tabu, nos Estados Unidos o debate já está em retirar amarras estatais para a exploração comercial da substância. Prova disso é a recente sinalização do presidente Donald Trump, do Partido Republicano, de que apoiará o fim das restrições federais a empresas do setor.

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De acordo com informações publicadas no site do jornal Los Angeles Time, Trump teria declarado que pode apoiar o senador republicano Cory Gardner, do Colorado, que defende o fim de uma série de restrições nacionais que ainda hoje trazem risco a quem se aventura no mercado da cannabis. [1]

“Eu sei exatamente o que está fazendo. Nós estamos observando e provavelmente eu vou acabar o apoiando”, disse Trump.

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Restrições

Atualmente, a maioria dos estados americanos já possui legislações anti-proibicionistas e mais liberais em relação à maconha. Enquanto que a Califórnia e outros oito estados já regulamentaram de forma relativamente ampla a utilização da maconha por adultos, pelo menos 20 estados já possuem leis que permitem pelo menos a utilização medicinal da substância.

Com a formação de um amplo e próspero mercado da droga, porém, começaram a ficar evidentes as primeiras restrições de liberdade em relação a outras áreas da economia. Embora paguem impostos, as organizações que exploram o setor têm tido grande dificuldade em obter empréstimos bancários, por exemplo, pois alguns bancos temem o risco de punições nacionais no futuro devido a regras nacionais rígidas sobre associação ao tráfico de drogas.

“É hora de tirarmos essa indústria das sombras, de tirar esses dólares das sombras”, defendeu o senador republicano Gardner. De acordo com a reportagem do Los Angeles Times, a maioria dos eleitores americanos já é favorável à legalização.

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Legalização da Maconha avança no Canadá

Outro país que avança para legalizar a maconha é o Canadá. Nesta quinta-feira (7), o Senado aprovou em primeira votação a permissão da utilização da substância. O primeiro-ministro canadense Justin Trudeau também defende a legalização.

Em virtude de emendas, uma nova votação deve ocorrer no Senado e, em seguida, a pauta deve ir para a Câmara. Para a ministra da saúde canadense, Ginette Taylor, de acordo com o jornal Folha de S. Paulo, se aprovado o projeto, devem ser necessários dois a três meses para “adaptar a estrutura do comércio no país” para a venda da substância.

Assim como no Brasil e nos Estados Unidos, parte dos conservadores canadenses ainda vê com ceticismo ou pessimismo a legalização da droga.

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“Eu acredito, e espero estar errado, que nós vamos pagar um preço intolerável e que vamos nos arrepender depois. Haverá vítimas. Haverá doenças mentais. Haverá danos cerebrais. Haverá mortes”, opinou o senador conservador Denis Patterson em debate no Senado canadense. [2]

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