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Saiba por que o Brasil 200 não quer protestar de branco contra o crime

Ativista do Brasil 200 e em segurança pública, o engenheiro Roberto Motta explicou ao Boletim da Liberdade que o pedido para que os manifestantes compareçam de verde e amarelo possui uma simbologia
Foto: Hoje São Paulo / Agência Social de Notícias

Foto: Hoje São Paulo / Agência Social de Notícias

O Boletim da Liberdade noticiou nesta quarta-feira (22) que movimento Brasil 200, liderado pelo empresário Flávio Rocha, organiza para o próximo domingo (25) uma grande manifestação em apoio às forças de segurança no Rio de Janeiro. Das especificações, no entanto, uma é curiosa: a mobilização pediu que os cidadãos não compareçam ao evento vestidos de branco, como tradicionalmente ocorre nas manifestações contra a violência na cidade, mas sim de verde e amarelo.

Roberto Motta, ativista do Brasil 200 e entrevistado pelo Boletim da Liberdade em janeiro, explica o por quê: “Não se veste branco e se pede paz a criminosos. Aos criminosos, você dá a lei. A melhor maneira de obrigar os criminosos a cumprir a lei é através de uma polícia que seja apoiada pela sociedade, devidamente estruturada, equipada e honrada. Por isso que as pessoas devem ir vestidas de verde e amarelo. Porque a gente está numa guerra contra o crime, e não pedindo paz para pessoas que estão sensíveis a esse tipo de apelo”

Desde o início do ano, após anunciada a intervenção federal na segurança pública do Rio de Janeiro, o Brasil 200 tem sido uma das vozes mais ativas do ecossistema pró-liberdade no tema. No início de março, em grande apresentação, houve inclusive a distribuição de um plano de segurança para o Brasil e um plano mais emergencial e específico para o Rio de Janeiro.





+ RJ: MBL e Brasil 200 organizam ato em apoio às Forças de Segurança no domingo





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