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Kim Kataguiri defende em entrevista que o Partido Novo use o fundo partidário

Para a liderança do Movimento Brasil Livre, o partido adota uma estratégia equivocada e acaba fortalecendo legendas adversárias, como o Partido dos Trabalhadores

- Publicado no dia
(Foto: Reprodução / Gazeta do Povo)

Kim Kataguiri e o vereador Fernando Holiday (DEM-SP) concederam entrevista nesta quinta-feira (15) ao Jornal Cidade de Rio Claro, abordando diversos assuntos. O primeiro fez uma crítica ao Partido Novo e defendeu que a legenda que deve lançar João Amoêdo à presidência da República deveria rever uma de suas normas: a recusa do uso do fundo partidário.

Perguntado sobre o NOVO, Kim, que confirmou que o MBL se considera um movimento “de direita” – desde que o conceito abarque a defesa de instituições e sociedade fortalecidas e estado enfraquecido -, afirmou que é amigo pessoal de Amoêdo, mas julga que o partido é “muito centralizado” e “muito engessado”. A recusa de utilizar o fundo partidário é um dos motivos.


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“Também sou contra o fundo partidário”, iniciou Kim. “Agora, a partir do momento em que você não pode devolver esse dinheiro aos cofres públicos, não faz sentido você não usar. Você vai estar fortalecendo outras candidaturas. O NOVO deveria usar o fundo partidário para, inclusive, combater o fundo partidário.” O líder do MBL sustenta que a postura do NOVO ajuda a destinar os recursos do fundo para partidos como o PT. Ele também demonstrou incômodo com a impossibilidade de os candidatos e militantes do NOVO apoiarem liberais de outros partidos e estados, afirmando que não poderia apoiar Marcel Van Hattem (PP-RS), por exemplo.

Também questionado sobre as candidaturas de Lula, Luciano Huck e Bolsonaro, Kim afirmou acreditar que nenhum dos três será efetivamente candidato – o primeiro, em consequência da condenação, e os demais, por fragilidade nas interações partidárias. Luciano Huck reafirmou nesta quinta que não concorrerá. Confira o vídeo na íntegra:

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