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Adolfo Sachsida entrevista e elogia fundadores do movimento Brasil 200

Economista convidou organizadores para abordar seus princípios e valores, sua organização e como as pessoas podem ajudar a iniciativa
(Foto: Werther Santana / Estadão)
(Foto: Werther Santana / Estadão)
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O economista Adolfo Sachsida, que vinha sendo conselheiro econômico de Bolsonaro – e garante que ainda votará no deputado – abriu espaço para o movimento Brasil 200, do empresário Flávio Rocha, em transmissão ao vivo em seu canal no Youtube. O tema era a natureza do movimento, suas propostas e constituição. [1]

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Os representantes convidados do movimento, além do próprio dono da Riachuelo, foram o gerente de produtos da empresa Gabriel Kanner e o empresário Alexys Fonteyne, apoiador do Partido Novo e conhecido por divulgar vídeos criticando as dificuldades impostas ao empreendedor brasileiro pela legislação trabalhista. Flavio definiu o Brasil 200 como um movimento “que quer chamar à responsabilidade setores importantes que têm sido omissos no debate político” e “é muito mais amplo do que simplesmente um movimento empresarial”.

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Rocha comentou também que o Brasil 200 visa um país melhor para 2022 e sua agenda é de combate ao “estado balofo, obeso que se hipertrofia e quanto mais cresce mais se distancia da sua função de servir” e que o objetivo do lulopetismo é transformar o Brasil em uma Venezuela, cabendo ao cidadão encerrar o “triste capítulo socialista da nossa economia”, combatendo também a ameaça do “marxismo cultural”, hoje mais poderoso e influente que as teorias econômicas de Marx.

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Já Gabriel Kanner explicou a dinâmica do movimento, que prevê uma agenda intensa com doze eventos pelo país ao longo do ano e a intenção de fundar núcleos estaduais pelo Brasil inteiro. Para propor a fundação de um núcleo, segundo ele, basta enviar uma mensagem para a página do movimento no Facebook. Ele falou ainda da necessidade de combater a infiltração ideológica nas escolas e “trazer esse público jovem com a gente”. Alexys Fonteyne, por sua vez, ressaltou a importância de um estado mais simples, “com sistema tributário claro”. Confira: [2]

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