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Movimento liberal protagoniza rejeição ao aumento do IPTU em Porto Alegre

Os vereadores Felipe Camozzato (NOVO) e Ricardo Gomes (PP), bem como outros militantes políticos do liberalismo no Rio Grande do Sul, impuseram dura derrota ao prefeito Nelson Marchezan (PSDB)
Felipe Camozzato (NOVO), Nelson Marchezan (PSDB) e Ricardo Gomes (PP) (Foto: Editora de Arte Boletim da Liberdade)
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A Câmara de Vereadores de Porto Alegre, no Rio Grande do Sul, rejeitou na madrugada desta quinta-feira (28) o projeto que aumentaria a cobrança do IPTU para 59% das propriedades do município. A votação, considerada uma derrota para o prefeito Nelson Marchezan (PSDB), foi celebrada no movimento liberal, devidamente representado no legislativo por dois vereadores: Felipe Camozzato (NOVO) e Ricardo Gomes (PP).

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Gomes, que até pouco tempo era secretário de desenvolvimento econômico de Marchezan, saiu do governo em agosto para posicionar-se contra o aumento do tributo. Na ocasião, ele havia manifestado sua “coerência e compromisso” com quem o havia apoiado na campanha. No discurso no plenário, o parlamentar disse que “ajuste fiscal se faz cortando gastos” e votou contrário o aumento de impostos.

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Primeiro político eleito pelo NOVO no Rio Grande do Sul, Felipe Camozzato celebrou o resultado da votação. “Foi um recado de que o porto-alegressente não aguenta mais pagar impostos. Não queremos saber de aumento de arrecadação, mas redução de gastos, redução de despesas. O porto-alegrense quer que suas finanças sejam bem tratadas para não precisar pagar mais para viver na cidade”.

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Candidato à prefeitura de Porto Alegre em 2016, Fabio Ostermann (PSL/Livres) publicou em seu Facebook que a derrota do prefeito foi uma “vitória maiúscula da cidade, que não aguenta mais pagar a conta da irresponsabilidade de nossos governantes”. Ele também destacou a atuação da militância da corrente Livres “em defesa da liberdade e no combate à extorsão estatal” e cobrou do prefeito as “palavras e compromissos assumidos” enquanto era candidato.

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Presidente do Instituto Mises Brasil, Hélio Beltrão considerou a vitória “emocionante”. Já Roberto Rachewsky, que assim como Ricardo Gomes também já foi presidente do tradicional Instituto de Estudos Empresariais da cidade, publicou em seu Facebook que “nunca no campo dos conflitos humanos, tantos, os pagadores de impostos de Porto Alegre, deveram tanto a tão poucos, como aos vereadores Feliz Camozzato e Ricardo Gomes”.

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