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Em quem o liberal deve votar no RS? Entrevista com candidato a deputado federal

Boletim da Liberdade divulga entrevistas com candidatos a deputado federal do RJ, SP e RS
Foto: Antonio Cruz / Agência Brasil

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O Boletim da Liberdade, um dos principais veículos jornalísticos de viés liberal do país, publica neste domingo (25) entrevistas com candidatos a deputado federal dos estados do Rio de Janeiro, São Paulo e Rio Grande do Sul.

A escolha dos candidatos foi feita de forma aberta, permitindo aos interessados a inscrição de forma livre, desde que assumindo um compromisso em defesa do Estado Democrático de Direito, das liberdades individuais e da livre iniciativa.

As respostas foram feitas mediante um formulário de contato e validadas por meio de vídeo de autorização.

Confira, abaixo, a entrevista com o candidato a deputado federal Marcel van Hattem, pelo Rio Grande do Sul:

Foto enviada pelo candidato

Boletim da Liberdade: Por que o sr.(a) quer ser candidato a deputado federal?

Marcel van Hattem (NOVO – 3030): Entendo que tenho responsabilidade de ajudar a fazer do Brasil um país melhor. Por isso, trabalhei tanto na Câmara dos Deputados por mais liberdade econômica, individual, religiosa, de expressão e de pensamento. Nós já estamos mudando o Brasil com uma nova geração de políticos liberais e precisamos continuar defendendo nossos princípios e valores, especialmente agora que o Novo já tem um trabalho consolidado na Câmara e deverá aumentar substancialmente a bancada. Quero estar junto nesse time!

Boletim da Liberdade: Quais pautas e propostas o sr.(a) pretende priorizar caso seja eleito(a) e por quê?

Marcel van Hattem (NOVO – 3030): Meu trabalho na Câmara focou no desenvolvimento econômico, na segurança pública e no combate à corrupção e essas continuarão sendo minhas prioridades. Se sairmos às ruas para conversar com as pessoas, veremos que querem a liberdade de trabalhar, ganhar dinheiro sem o risco de sair na rua e serem assaltadas ou mesmo chegar em casa e ver no noticiário que políticos desviaram o dinheiro da saúde e educação. Garantir ao cidadão essas liberdades é urgente. Avançamos, mas podemos avançar mais.

Boletim da Liberdade: De 0 a 10, qual nota o sr.(a) dá à gestão do presidente Jair Bolsonaro e por quê?

Marcel van Hattem (NOVO – 3030): Dar uma nota resumiria demais uma avaliação que merece ponderação. Avanços importantes foram alcançados, principalmente em micro reformas, porém, muito além de manifestações impróprias do presidente, a aliança com o Centrão e o populismo prejudicaram muito a proposta inicial eleita nas urnas. Por esse motivo defendemos no Novo um projeto de longo prazo e de fidelidade aos nossos princípios, a exemplo do que faz o Zema, ao apoiarmos candidatura própria à presidência com Felipe D’Ávila.

Boletim da Liberdade: Há alguns grupos políticos que falam que há ameaças à democracia no ar e outros que a liberdade de expressão está em xeque nos últimos anos. Como o sr.(a) enxerga essas críticas?

Marcel van Hattem (NOVO – 3030): A liberdade de expressão é um direito inalienável. A democracia só existe onde há liberdade, mas o que estamos vendo são juízes da Suprema Corte silenciando pessoas em nome de uma suposta “defesa da democracia”. É um contra-senso. Para mim, a maior ameaça à democracia, hoje, é o inquérito das Fake News – não os citados nele. Ministros consideram conversas de WhatsApp e na mesa de bar como ataques à democracia, mas não se constrangem em tomar decisões ao arrepio da Constituição para censurá-las.

Boletim da Liberdade: Caso o sr.(a) seja eleito, pretende propor ou apoiar alguma reforma? Caso positivo, qual ou quais reformas considera prioritárias?

Marcel van Hattem (NOVO – 3030): Sempre apoiei! No meu primeiro mandato trabalhei arduamente, junto com a bancada do Novo e melhor do que a própria base do governo, para aprovar Reformas como a da Previdência, concluída, Tributária e Administrativa, ainda em tramitação. Vou continuar esse trabalho de modernização tão essencial ao país.

Boletim da Liberdade: Em um segundo turno entre Lula e Bolsonaro, como sr.(a) pretende se posicionar?

Marcel van Hattem (NOVO – 3030): Se Lula está de um lado, eu estou do outro. O PT foi responsável pelo maior escândalo de corrupção da nossa história. O próprio Lula foi preso com provas robustas e delações diversas. A anulação do STF por causa de divergências no CEP de onde foi julgado não anula os crimes cometidos. Além disso, a ideologia marxista que embasa o programa do PT é causa de fome, miséria e morte onde quer que tenha sido aplicada. Se Felipe D’Ávila, nosso candidato, não for ao segundo turno, votarei em Bolsonaro contra Lula. Na Câmara seguirei mantendo a postura de coerência e fidelidade aos princípios, independentemente de quem vença a presidência. Se não for dessa vez, seguiremos trabalhando para convencer o povo brasileiro a eleger um filiado do Novo como presidente da República. Nosso projeto foi, é, e sempre será de longo prazo, sem populismo e sem pegar atalhos para vencer.

Boletim da Liberdade: Por que o liberal deve escolher votar no sr.(a) e não em outros candidatos?

Marcel van Hattem (NOVO – 3030): Pelo trabalho sério, coerente e independente que realizei nos últimos anos. Defendi de forma intransigente, mesmo em tempos tortuosos, a liberdade de expressão, o direito de ir e vir, a liberdade de trabalhar e empreender. Outro argumento a favor da minha candidatura vem do Boletim da Liberdade: sou desde o início do mandato considerado por quem é assinante o melhor parlamentar do Brasil (invicto há três anos). Melhor selo de qualidade ao mandato para demonstrar que este trabalho não pode parar.

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