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Governo manda censurar filme de 2017 escrito por Danilo Gentili; liberais reagem

Trecho de "Como se tornar o pior aluno na história" gerou reações nas redes sociais nos últimos dias após cena com alusão à pedofilia
Foto: Reprodução
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O Ministério da Justiça, por meio da Secretaria Nacional do Consumidor, determinou nesta terça-feira (15) que seja retirado do ar das plataformas de streaming o filme “Como se tornar o pior aluno da história”.

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A comédia, escrita pelo humorista Danilo Gentili e que estreou em 2017, voltou à tona nos últimos dias após a repercussão de uma cena com Fábio Porchat.

No trecho, o humorista interpreta um pedófilo que interage com dois pré-adolescentes e os convida a praticar um ato obsceno. O diálogo gerou indignação nas redes sociais e foi compartilhado por influenciadores de direita.

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No despacho, assinado por Lilian Brandão, o governo determinou que cautelarmente Netflix, Globo, YouTube, Apple e Amazon “suspendam imediatamente a disponibilização, exibição e oferta do filme” levando em consideração a “necessária proteção à criança e ao adolescente consumerista”.

“Após o quinto dia contado da presente decisão, incidirá multa diária a ser arbitrada no valor de R$ 50.000,00 caso não cumprida a determinação”, diz o despacho, que pode ser lido na íntegra clicando aqui. [1]

Reações

Nas redes sociais, influenciadores e parlamentares liberais criticaram a determinação do Ministério da Justiça, classificando-a como censura.

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Na avaliação do professor Paulo Cruz, houve a mobilização da “máquina do Estado para censurar um filme de 2017 […] por puro reacionarismo ideológico”. [2]

O movimento liberal Livres, por sua vez, destacou que “o governo que se diz ‘defensor da liberdade’ é o mesmo que tenta censurar uma comédia nacional através do Ministério da Justiça”.

“Antes, o filme era considerado ‘uma resposta ao politicamente correto’. Hoje, com Gentili na oposição, é ‘ameaça à família’. Liberdade é liberdade”, publicou a entidade. [3]

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Renan Santos, estrategista do Movimento Brasil Livre (MBL), destacou que há um “padrão nos cancelamentos” e que há “um investimento claro em ano eleitoral e máquinas azeitadas para esse tipo de operação”. [4]

Bolsonaristas, por outro lado, celebraram a medida. Foi o caso da deputada federal Carla Zambelli (PL/SP), que parabenizou o ministro Anderson Torres e disse que estava orgulhosa da determinação. [5]

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