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Fundão Eleitoral: NOVO terá direito de usar R$ 88,6 milhões, mas deve recusar

Sigla é ideologicamente contrária à utilização do financiamento público de campanhas eleitorais e, em 2020, de acordo com o TSE, comunicou a recusa oficial dos recursos
Presidente do NOVO, Eduardo Ribeiro (Foto: Divulgação)
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Com a definição pelo Congresso Nacional de que o Fundo Especial para Financiamento de Campanhas Eleitorais, o fundão, ficará em R$ 4,9 bilhões em 2022, começam a surgir algumas estimativas de quanto cada partido deve embolsar para organizar as campanhas do próximo ano.

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O principal privilegiado deve ser o União Brasil, sigla que resultará na fusão formal do DEM e do PSL. Ao todo, de acordo com a estimativa do jornal “O Globo”, o partido deve receber R$ 776,4 milhões.

Na sequência, vêm PT (R$ 488 mi), MDB (R$ 359,4 mi), PP (R$ 341 mi), PSD (R$ 336,7 mi), PSDB (R$ 316,2 mi) e PL (R$ 285,1 mi).

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O Podemos, partido pelo qual deve disputar à presidência o ex-juiz Sérgio Moro, é o 11º partido que mais receberá recursos em 2022. Ao todo, são estimados R$ 189 milhões.

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Um partido contra o fundo

Com oito deputados federais eleitos em 2018, o Partido Novo, de viés liberal, terá direito a receber do fundão eleitoral R$ 88,6 milhões. A sigla, contudo, costuma abdicar de utilizar os recursos por ser contra o financiamento público de campanha e do partido.

Nas eleições de 2020, a legenda dirigida por Eduardo Ribeiro foi ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e formalmente abriu mão das verbas que se beneficiaria. De acordo com o site do TSE,  montante foi devolvido ao Tesouro Nacional. [1]

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