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Liberais se solidarizam com protestos de cubanos contra o governo comunista

Grupos e lideranças políticas brasileiras destacaram negativamente o regime cubano e colocaram esperanças que atos possam abrir fase de democracia liberal na ilha caribenha
Foto: Reprodução/Twitter
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Milhares de cubanos foram às ruas no último domingo (11) protestar contra as condições econômicas e sanitárias na ilha caribenha. Os atos, que já são considerados uma das maiores mobilizações populares contra o governo em décadas, receberam a solidariedade de liberais brasileiros.

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“Nossa vibração hoje vai para os irmãos cubanos vítimas da ditadura assassina mais longeva do continente. As imperfeições da democracia liberal são sempre melhores do que utopias arcaicas banhadas de sangue. A liberdade ainda há de abrir suas asas por toda a América Latina”, divulgou o movimento Livres, nas redes sociais. [2]

Principal partido liberal do país, o NOVO afirmou nas redes que “se solidariza com os milhares de cubanos que protestam pela liberdade e o fim da ditadura, contra a fome, a miséria, os cortes de energia elétrica e a escassez de medicamentos e vacinas”.

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“O regime autoritário precisa acabar. Sem liberdade, não há prosperidade”, pontuou a sigla. [3]

Ao longo do domingo, o Movimento Brasil Livre (MBL) compartilhou vídeos das manifestações cubanas em suas redes sociais e reproduziu o grito dos ativistas: “Libertad!”. [7]

Lideranças políticas liberais também fizeram questão de endossar o apoio aos manifestantes e tecer críticas ao regime comunista cubano, hoje sob a liderança de Miguel Díaz-Canel.

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“Toda força aos milhares de cubanos que se manifestam nas ruas contra a ditadura do país. O regime ditatorial socialista precisa acabar e dar espaço para liberdade, democracia e ao livre mercado”, escreveu João Amoêdo, fundador do NOVO, que retirou recentemente sua pré-candidatura presidencial para 2022 pela sigla. [4]

O deputado estadual Fábio Ostermann (NOVO/RS), por sua vez, desejou “força aos irmãos cubanos que lutam por liberdade e pela garantia do básico que lhes é negado pela ditadura”.

Depois, o parlamentar gaúcho lamentou que “parte da esquerda brasileira ainda insiste em tratar Cuba como um parque temático do socialismo”.  [5][6]

O deputado federal Kim Kataguiri (DEM/SP) também protestou contra aqueles que defendem o regime cubano.

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“Cadê os defensores da ditadura cubana pra explicar isso? Onde estão os que exaltavam a vacina cubana que só existia na imaginação deles? Essa é a realidade: uma ilha que vive uma ditadura socialista que escraviza e mantém seu povo na miséria!”, pontuou. [8]

Na avaliação do deputado estadual Alexandre Freitas (NOVO/RJ), um dos mais libertários do NOVO, “os cubanos cansaram de viver sem liberdade, condenados à pobreza e à opressão doentia comunista”.

“Todo o meu apoio aos atos em Cuba e a todos que ainda hoje lutam por liberdade”, pontuou. [9]

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