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Liberais criticam mudanças na proposta aprovada sobre privatização da Eletrobras

Deputados criticaram duramente as modificações feitas por senadores na Medida Provisória enviada pelo governo que, na prática, teriam transformado o texto em "privatização fake" e "mais cara do que uma estatização"
Michel Jesus/Câmara dos Deputados
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A aprovação da Medida Provisória que tratou da possibilidade de a União privatizar a Eletrobras foi aprovada nesta segunda-feira (21) no Congresso com críticas de liberais.

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Líder do Partido Novo na Câmara, o deputado federal Vinicius Poit (NOVO/SP) avaliou, nas redes sociais, que as modificações feitas entre os senadores “transformaram o texto em uma privatização fake” e que a sigla é “contra a enganação do povo”. [1]

O deputado federal Paulo Ganime (NOVO/RJ), por sua vez, destacou que a aprovação representou um “dia de derrota para o Brasil”, enquanto que Kim Kataguiri (DEM/SP) pontuou que as mudanças vão “sair mais caro do que uma estatização”. [2][3]

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Críticas

Para Poit, o “resultado das emendas [feitas no Senado e aprovadas na Câmara] é diferente da proposta original” e que estão, na prática, aumentando o peso do Estado.

Leia também:  NOVO pede esclarecimentos ao Ministério da Economia sobre denúncia

O parlamentar atacou três pontos da proposta: a obrigatoriedade de se comprar energia de termoelétricas em locais e preços determinados; a garantia de estabilidade aos funcionários da estatal (o que garantiria, na avaliação dele, a continuidade dos “superssalários”) e, por fim, a criação de uma “economia artificial” que aumenta o custo da energia, enquanto que prevê o aporte de R$ 10 bilhões para baixar artificialmente a conta no primeiro ano, que é eleitoral.

“A MP da Eletrobrás aprovada vai custar R$ 84 bilhões e deixar a conta de luz mais cara. Em 30 anos, serão mais de R$ 400 bilhões de prejuízo”, descreveu.

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