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Manifestações pelo país contra Jair Bolsonaro defendem vacinação

Protestos reuniram críticos do governo federal em apelo por agilidade na vacinação, impeachment do presidente da República e outras bandeiras
Foto: Reprodução/Facebook PT

O presidente da República foi alvo de manifestações neste sábado (29) em diversos estados e no Distrito Federal. Os manifestantes protestaram pelo impeachment de Jair Bolsonaro e contestaram a gestão do governo federal no combate à pandemia do coronavírus, mas também criticaram suas políticas econômicas. [1]

Os grupos que organizaram as manifestações reivindicavam ainda o retorno do auxílio emergencial. A maior manifestação aconteceu na Avenida Paulista, onde os cartazes também pediam a valorização dos profissionais da educação e da saúde. [2] [3]

A Companhia de Engenharia de Tráfego fechou a avenida nos dois sentidos até às 19h20. De acordo com os dados fornecidos pela Companhia, a manifestação chegou a ocupar, ao final da tarde, dez quarteirões da principal avenida de São Paulo.





As manifestações nacionais fizeram referências diretas às cerca de 460 mil vítimas fatais do coronavírus no país e, em especial, ao ator e humorista Paulo Gustavo, que faleceu aos 42 anos. A defesa de medicamentos como a cloroquina por parte do presidente da República foi alvo de ironias.

Em Brasília, o grupo de manifestantes desceu pela Esplanada dos Ministérios, rumo ao Congresso Nacional, ocupando as seis faixas da via. Já em Recife, a Polícia Militar atirou balas de borracha nos manifestantes, deixando ao menos três feridos. Duas das três vítimas não estavam participando do protesto e correm risco de perder a visão. [4] [5]

Nem todos os adversários de Bolsonaro concordam com os protestos. O secretário de Saúde de Salvador, Leo Prates (PDT), comentou: “Sou oposição a Bolsonaro, mas não posso concordar que o combate se faça no mesmo nível que o dele. Colocando vidas em jogo! Lamentáveis as cenas de aglomeração de hoje [sábado]! Igualam adversários e trazem sério risco à saúde coletiva! Vamos torcer para que a 15 dias a partir de hoje não tenhamos leitos lotados por essa atitude!” [6]





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