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NOVO celebra decisão do ministro Barroso para abertura de CPI

Na avaliação da sigla, "a conduta desastrosa da pandemia precisa ser investigada e os responsáveis punidos"; o deputado federal Marcel van Hattem (NOVO/RS), por sua vez, afirmou que Supremo acertou com a medida
Luís Roberto Barroso em foto de 2020 (Foto: Carlos Moura / STF)
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O Partido Novo celebrou na noite desta quinta-feira (8) nas redes sociais a decisão liminar do ministro Luís Roberto Barroso, do Supremo Tribunal Federal, para que o Senado abra a CPI para investigar a ação do Estado na pandemia do coronavírus. [1]

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Os senadores já haviam recolhido assinaturas em número suficiente e dado entrada no pedido, mas aguardavam o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (DEM/MG), acolher a medida. A demora levou parlamentares a recorrerem ao STF e gerou críticas daqueles que consideram uma intervenção do judiciário na política.

Nas redes sociais, o NOVO pontuou que “a CPI da pandemia é absolutamente necessária”, pois “são mais de 340 mil vidas perdidas, diariamente batemos recordes de mortes, há incerteza sobre a vacinação e o sistema de saúde colapsa”.

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“A conduta desastrosa da pandemia precisa ser investigada e os responsáveis punidos”, observou o partido, em nota, que complementou ainda ser “inaceitável que um pedido de abertura de CPI, com todas as assinaturas necessárias e cumprindo os requisitos constitucionais, ainda não tenha sido acatado pelo presidente do Senado passados mais de 60 dias”.

Marcel

Nas redes sociais, o deputado federal Marcel van Hattem (NOVO/RS), o mais votado de toda a bancada, também nesta quinta-feira (8), classificou a decisão do ministro Barroso correta. “Com assinaturas, fato determinado e prazo, o presidente do Senado não pode não despachar uma CPI, independente do tema. É direito constitucional da minoria”, avaliou. [2]

Criticado por parte dos seguidores, o parlamentar voltou a se manifestar sobre o tema no início da tarde desta sexta-feira (9), dizendo que apesar de ser “ruim que o STF teha intervido”, “foi em busca de Justiça, não de interferência indevida”.

“Nós também já fizemos isso no passado quando entendemos que o devido processo legislativo não foi respeitado por Rodrigo Maia [então presidente da Câmara dos Deputados] no projeto de lei de Abuso de Autoridade”, avaliou. [3]

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