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Nomes cotados para ‘terceira via’ de 2022 assinam manifesto em conjunto

Carta intitulada como 'Manifesto pela Consciência Democrática' ressalta importância de defender a liberdade e foi assinada por nomes como Ciro Gomes (PDT), João Amoêdo (NOVO) e João Doria (PSDB)
Ciro Gomes, Eduardo Leite, João Amoêdo, João Doria, Luciano Huck e Luiz Henrique Mandetta - da esquerda para a direita, de cima para baixo (Fotos: Reprodução/Twitter)
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Um conjunto de seis nomes considerados no debate público como possíveis candidatos para representar uma terceira via nas eleições presidenciais de 2022 subscreveram, na noite desta quarta-feira (31), uma nota nas redes sociais.

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Chamada de “Manifesto pela Consciência Democrática”, a carta é assinada por Ciro Gomes (PDT), Eduardo Leite (PSDB), João Amoêdo (NOVO), João Doria (PSDB), Luciano Huck (sem partido) e Luiz Henrique Mandetta (DEM) e fala de ameaça à democracia e a necessidade de “homens e mulheres desse país que apreciam a liberdade” estarem “unidos” na defesa do Brasil.

O texto faz uma alusão ao movimento “Diretas Já”, que congregou diferentes forças políticas no início dos anos 1980, e exalta o risco de que “o autoritarismo pode emergir das sombras sempre que as sociedades se descuidam e silenciam na defesa dos valores democráticos”.

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Nas redes sociais, ao divulgar a carta, Amoêdo ressaltou que “o Brasil passa por um momento crítico e mudanças precisarão ocorrer para devolver a esperança dos brasileiros”.

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“É com esse objetivo que nos unimos nesse manifesto”, escreveu. [1]

Governador do Rio Grande do Sul, o tucano Eduardo Leite, por sua vez, ressaltou que o Brasil atravessa “tensionamento social e político” e que o manifesto representa que, “acima de eventuais divergências programáticas, convergimos no apreço pela liberdade”. [2]

De acordo com o jornalista Guilherme Amado, da revista Época, a iniciativa da carta coletiva ocorreu por iniciativa do ex-ministro Luiz Henrique Mandetta. A ausência de Sérgio Moro da carta, atualmente nos Estados Unidos, não foi explicada.

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A publicação do comunicado ocorre em meio à crise ligada à troca dos três comandantes militares e do ministro da Defesa e um dia após o governo publicar nova nota alusiva aos fatos ocorridos no dia 31 de março de 1964.

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Veja, a seguir, a carta na íntegra:

MANIFESTO PELA CONSCIÊNCIA DEMOCRÁTICA

Muitos brasileiros foram às ruas e lutaram pela reconquista da Democracia na década de 1980. O movimento “Diretas Já” uniu diferentes forças políticas no mesmo palanque, possibilitou a eleição de Tancredo Neves para a Presidência da República, a volta das eleições diretas para o Executivo e o Legislativo e promulgação da Constituição Cidadão de 1988. Três décadas depois, a Democracia brasileira é ameaçada.

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A conquista do Brasil sonhado por cada um de nós não pode prescindir da Democracia. Ela é o nosso legado, nosso chão, nosso farol. Cabe a cada um de nós defendê-la e lutar por seus princípios e valores.

Não há Democracia sem Constituição. Não há liberdade sem justiça. Não há igualdade sem respeito. Não há prosperidade sem solidariedade.

A Democracia é o melhor dos sistemas políticos que a humanidade foi capaz de criar. Liberdade de expressão, respeito aos direitos individuais, justiça para todos, direito ao voto e ao protesto. Tudo isso só acontece em regimes democráticos. Fora da Democracia, o que existe é o excesso, o abuso, a transgressão, a intimidação, a ameaça e a submissão arbitrária do indivíduo ao Estado.

Exemplos não faltam para nos mostrar que o autoritarismo pode emergir das sombras, sempre que as sociedades se descuidam e silenciam na defesa dos valores democráticos.

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Homens e mulheres desse país que apreciam a liberdade, sejam civis ou militares, independente de filiação partidária, cor, religião, gênero e origem, devem estar unidos pela defesa da CONSCIÊNCIA DEMOCRÁTICA. Vamos defender o Brasil.

CIRO GOMES, EDUARDO LEITE, JOÃO AMOÊDO, JOÃO DORIA, LUCIANO HUCK, LUIZ HENRIQUE MANDETTA

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