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Maia admite ser oposição a Bolsonaro e critica ‘liberalismo puro’

Deputado federal do Rio de Janeiro pelo DEM, Rodrigo Maia deve deixar o partido após o resultado da eleição para a presidência da Câmara; ele também falou que Huck estava "90% decidido" a se filiar à sigla
Rodrigo Maia (Foto: Najara Araujo/Câmara dos Deputados)
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Em entrevista ao jornal Valor Econômico publicada nesta segunda-feira (8), o ex-presidente da Câmara dos Deputados, o deputado Rodrigo Maia (DEM/RJ), admitiu ser oposição a Jair Bolsonaro. [1]

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“Hoje posso dizer que sou oposição ao presidente Bolsonaro. Quando era presidente da Câmara, não podia dizer. Mas agora quero um partido que eu possa dormir tranquilo de que não apoiará [Bolsonaro]”, disse.

Na avaliação do parlamentar, que afirmou que deixará o partido após a derrota em sua sucessão, o governo não tem “um projeto, primeiro, democrático e, segundo, de país”.

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“O governo é um deserto de ideias”, pontuou, lamentando que o DEM “decidiu majoritariamente por um caminho, voltando a ser direita ou extrema-direita, que é ser um aliado do Bolsonaro”.

Na entrevista, ele relembrou ainda, com orgulho, o trabalho que fez para que a sigla, originalmente chamada de Partido da Frente Liberal, se afastasse do ideário liberal. O objetivo, segundo ele, era para “que pudesse ter força em mais segmentos da sociedade e tivesse condições de vencer” eleições.

Luciano Huck

Maia também revelou que o apresentador Luciano Huck já estava “90% resolvido que se filiaria ao DEM” caso confirmasse sua candidatura presidencial e afirmou que o “projeto nacional do DEM acabou”.

O ex-presidente da Câmara também disse que o comunicador, com quem tem relação, “é mais centro-direita”, que “pensa em menos intervenção do Estado”, com a defesa da “prioridade por justiça social”.

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“Acho que ele vai organizar isso de forma competente para um país que é pobre. O liberalismo puro não se adequa a um país como o nosso”, opinou.

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