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Assessor de Bolsonaro critica Maia: ‘trabalhou contra a agenda das urnas’

Assessor especial para assuntos internacionais da presidência da República, Filipe Martins revelou ainda que Rodrigo Maia teria pedido sua cabeça ao presidente Jair Bolsonaro em março de 2019
Filipe G. Martins ao lado de Olavo de Carvalho (à direita) (Foto: Reprodução)

Filipe G. Martins ao lado de Olavo de Carvalho (à direita) (Foto: Reprodução)

Assessor especial para assuntos internacionais da presidência da República, Filipe Martins veio às redes no início da madrugada desta terça-feira (2) avaliar os anos de Rodrigo Maia à frente da Câmara dos Deputados. Como se sabe, Martins é considerado um dos expoentes da chamada “ala ideológica” que cerca o presidente. [1]

Na sua análise, Maia “trabalhou durante quatro anos contra os demais parlamentares, contra dois presidentes da República, contra a agenda eleita nas urnas em 2018 e contra o povo brasileiro”.

Martins mencionou ainda que, ao longo do governo Bolsonaro, “quase 30 Medidas Provisórias deixaram de beneficiar nosso país e nossa economia graças a mesquinharia de Rodrigo Maia” e que “uma de suas últimas sabotagens foi interditar, na reforma tributária, a desoneração da folha de pagamento, o que diminuiria os custos do emprego e formalizaria 30 milhões de empregadores informais”.





Na prática, o assessor fez uma menção a uma possível volta da CPMF, pauta que sempre foi criticada por Maia, embora defendida de forma cada vez mais clara pela equipe econômica.

Em outra publicação, Filipe Martins afirmou que o ex-presidente da Câmara pediu sua “cabeça para o presidente Bolsonaro” em março de 2019 acusando-lhe de “ser radical e avesso à democracia por defender a agenda eleita nas urnas” e por criticar o modo como ele conduzia a Casa. [2]





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