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População desocupada sobe para 12,4 milhões em julho, diz IBGE

Dados estão na Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Covid-19 (Pnad covid-19) e indicam também que 6,5% da população apresentaram pelo menos um dos 12 sintomas associados ao Covid-19
Foto: Marcello Camargo / Agência Brasil
Foto: Marcello Camargo / Agência Brasil
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A população desocupada do país, entre 12 e 18 de julho, chegou a 12,4 milhões de pessoas, um pouco acima do registrado na semana anterior, quando era de 12,2 milhões.

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Com o resultado, a taxa de desocupação ficou em 13,1%, a mesma da semana anterior, mas acima da taxa registrada da primeira semana de maio (3 a 9 de maio) que atingiu 10,5% e quando o número desocupados era de 9,8 milhões.

Os dados estão na Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Covid-19 (Pnad covid-19) semanal, divulgada hoje (7), pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

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Na terceira semana de julho, cerca de 6,2 milhões de pessoas (7,5% da população ocupada) estavam afastadas do trabalho por causa do distanciamento social.

O número representa queda tanto em relação à semana anterior quando 7 milhões de trabalhadores (8,6%) estavam afastados quanto na comparação com a primeira semana da pesquisa, entre 3 e 9 de maio – 16,6 milhões de pessoas, o equivalente a 19,8% da população ocupada.

Saúde

A Pnad covid-19 estimou também que na terceira semana de julho, cerca de 3,3 milhões de pessoas ou 23,7% das que apresentaram algum sintoma da doença buscaram atendimento médico. O total ficou estável em relação à semana anterior, quando era de 3 milhões ou 21,5% e, no entanto, de queda em números absolutos mas aumento em termos percentuais, se comparado à semana de 3 a 9 de maio. Naquele momento somaram 3,7 milhões ou 13,7%. De acordo com a pesquisa, cerca de 85% destes atendimentos foram na rede pública de saúde.

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Na semana de 12 a 18 de julho, os números indicam que 13,8 milhões de pessoas ou 6,5% da população do país apresentavam pelo menos um dos 12 sintomas associados à síndrome gripal investigados pela pesquisa, que são febre, tosse, dor de garganta, dificuldade para respirar, dor de cabeça, dor no peito, náusea, nariz entupido ou escorrendo, fadiga, dor nos olhos, perda de olfato ou paladar e dor muscular. Estatisticamente, isso representa que ficou estável frente a semana anterior de 13,9 milhões ou 6,6% da população e de queda em relação ao período de 3 a 9 de maio, 26,8 milhões ou 12,7%.


Adaptado da Agência Brasil – Reportagem de Cristina Indio do Brasil

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