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Equipe econômica segue estudando novo imposto sobre movimentação

De acordo com diversos veículos de imprensa, Paulo Guedes ainda considera que proposta pode ser válida para desonerar folha e estimular empregos; novo tributo, contudo, poderia não incidir universalmente
Foto: José Cruz/Agência Brasil
Foto: José Cruz/Agência Brasil
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Voltou a circular na imprensa nesta quarta-feira (15) a possibilidade de o governo propor, mais dia ou menos dia, a instituição de um novo imposto sobre movimentação financeira.

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Embora o projeto já tenha sido, em oportunidades anteriores, descartado pelo presidente Jair Bolsonaro, a ideia não encontra resistência entre o vice, Hamilton Mourão, e o ministro da economia Paulo Guedes. [1][2]

Na visão da equipe econômica, aponta o portal UOL, o novo imposto visaria gerar receita para extinguir à contribuição previdenciária patronal, que hoje incide em 20% da folha salarial.

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A expectativa é que, desonerando a criação de empregos, o país poderia ampliar o emprego formal e acelerar o crescimento.

Devido a críticas de que um novo tributo seria similar à antiga CPMF, em vigor entre 1997 e 2007 e que cobrava 0,38% sobre todas as movimentações financeiras, o portal afirmou que “está em debate” se um novo modelo incidiria universalmente ou apenas “em compras com cartão e pelo sistema de pagamentos instantâneos desenvolvido pelo Banco Central”.

De acordo com a Folha de S. Paulo, o vice-presidente Hamilton Mourão disse durante uma transmissão ao vivo que é possível que o modelo prospere no Congresso se for “um imposto baixo que tenha uma destinação específica com a troca pela desoneração da folha”.

“Se os argumentos forem colocados dessa forma, de ser um substitutivo para a questão da desoneração da folha, julgo que o Maia pode aderir”, teria afirmado Mourão em referência ao presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM/RJ).

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