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Guedes defende que Tesouro compre fatias de aéreas para evitar falências

Ministro pontuou que manobra será feita por meio da aquisição de debêntures conversíveis e que Tesouro poderá ter retorno financeiro ao vender fatias das empresas no futuro com a recuperação econômica
Paulo Guedes (Foto: Marcello Casal Jr. / Agência Brasil)

Foto: Marcello Casal Jr. / Agência Brasil

O ministro da Economia, Paulo Guedes, afirmou na última terça-feira (19) que o governo poderá comprar fatias de empresas aéreas para ajudá-las a passar pela crise econômica provocada pela pandemia. [1]

“Nós vamos comprar debêntures conversíveis. É dinheiro público, então é um dinheiro que tem potencial de ganho. É o correto a fazer. Vamos botar o dinheiro lá e vamos comprar um pedaço da empresa. E lá na frente, quando a empresa tiver recuperada e começar a voar de novo, a gente vende isso e ganhamos dinheiro para preservar as companhias brasileiras”, disse o ministro.

A estratégia é similar à adotada pelo presidente Barack Obama no pós-crise de 2008, quando o Tesouro dos Estados Unidos comprou fatias de empresas automobilísticas, como a GM, para evitar os efeitos de falências em série.





Na reunião que teve com empresários, o ministro também afirmou que cada setor está sendo estudado pela equipe do ministério para se chegar a soluções específicas.

Sobre a saída da crise, Guedes salientou que enxerga um cenário positivo, que chamou de “V”.

“[Esse V é assim,] ele cai meio rápido, sobe meio devagar, mas fica pouco tempo lá embaixo, já começa a subir de novo. O Brasil tem capacidade de fazer uma recuperação relativamente rápida. Isso é o que eu acredito. Mas nós vamos ter que entrar em campo para fazer isso acontecer daqui a uns 30 dias”, disse.





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