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Embaixada da China emite dura nota contra declaração de ministro

Texto divulgado nas redes sociais na madrugada desta segunda-feira (6) insta o ministro a “corrigir imediatamente os seus erros cometidos e parar com acusações infundadas contra a China”

- Publicado no dia
Jair Bolsonaro e embaixador chinês Yang Wanming (Foto: Reprodução)

Embaixada da China no Brasil voltou a se manifestar no início da madrugada desta segunda-feira (6) contra uma declaração de uma autoridade brasileira sobre o país. Desta vez, o alvo foi o ministro da Educação, Abraham Weintraub, que fez pelo menos dois comentários nos últimos dias relacionado ao país asiático. [1]

O primeiro deles ocorreu em uma mensagem publicada no Twitter. Sem mencionar nominalmente a China, fez referência ao país asiático como quem poderia “sair geopoliticamente fortalecido em termos relativos”. [2]

Já em transmissão ao vivo pelo Instagram com o deputado federal Eduardo Bolsonaro (PSL/SP) neste domingo (5), Weintraub afirmou que “esse não é o vírus chinês, mas sim mais um vírus chinês”. Na sequência, Weintraub criticou os hábitos de consumo de alimentos da China e mostrou-se pessimista.


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“Eles não vão mudar os hábitos deles dos últimos milhares de anos nos próximos 10 anos. Além disso, nos mercados deles, os bichos ficam todos vivos. Mesmo em Hong Kong, até recentemente, se você entrasse, você encontraria tudo bicho vivo. Eles têm contato com bichos que não são para comer e comem. Nos próximos 10 anos, é alta a probabilidade de vir mais doenças como essas da China”, previu.

Abraham Weintraub (Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil)

Reação

Na nota oficial, a Embaixada afirmou que Weintraub “fez declarações difamatórias contra a China em redes sociais, estimatizando a China ao associar a origem da COVID-19 ao país”.

“Deliberadamente elaboradas, tais declarações são completamente absurdas e desprezíveis, que têm o cunho fortemente racista e objetivos indizíveis, tendo causado influências negativas no desenvolvimento saudável das relações bilaterais China-Brasil”, destacou.

Ao fim, a nota frisou que esse é o momento de “unir todos os países numa proativa cooperação internacional” e que a “OMS e a comunidade internacional se opõem explicitamente à associação de vírus a um certo país ou região”.

“Instamos que alguns indivíduos do Brasil corrijam imediatamente os seus erros cometidos e parem com acusações infundadas contra a China”, diz a nota.

Foto: Reprodução

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