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Boletim Entrevista: Filipe Sabará, aprovado no processo seletivo do NOVO para disputar a Prefeitura de São Paulo

Conversa tratou de temas como a trajetória e realizações como gestor público, cracolândia, mobilidade urbana, privatizações e programas liberais, além de avaliação dos governos João Doria e Bruno Covas

- Publicado no dia
Foto: Boletim da Liberdade

Dando sequência à série de entrevistas com os principais nomes alinhados a valores liberais que devem disputar as próximas eleições municipais, o Boletim da Liberdade traz uma entrevista exclusiva com Filipe Sabará, empresário e gestor público aprovado no processo seletivo do Partido Novo para disputar a Prefeitura de São Paulo.

Ao longo da conversa, Sabará fala de sua trajetória e sua experiência na gestão pública e aborda, entre outros assuntos, temas como cracolândiamobilidade urbanaprivatizações, além de avaliar os governos Jair BolsonaroJoão DoriaBruno Covas.

A entrevista está disponível tanto em nosso canal no YouTube como também em formato podcast nas plataformas SpotifyGoogle Podcasts Apple Podcasts. Basta procurar “Boletim da Liberdade” nos respectivos agregadores.

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Motivação e experiência

“Eu tenho uma experiência prévia na própria prefeitura como secretário de assistência e desenvolvimento social. Fui secretário entre 2017 ao final de 2018. Foram quase dois anos como secretário municipal. Isso me trouxe uma experiência que me traz a possibilidade de ser um bom pré-candidato e, possivelmente, um bom prefeito de São Paulo, além da experiência que eu tive no Governo de São Paulo como presidente do Fundo Social. […] Isso me motivou a participar desse processo seletivo, que não foi fácil. Mas foi, acima de tudo, um processo que ensinou muito, além de ter sido um processo muito rigoroso que mexeu com todos os postulantes mentalmente, emocionalmente e também pessoalmente, porque você entende o quanto você vai ter que abrir mão da sua vida pessoal para um desafio como esse”.

O que fez na gestão pública

“Como secretário de São Paulo, criamos alguns programas bastante interessantes dentro do viés liberal. O principal foi o ‘Trabalho Novo’, que foi um programa de geração de empregos para pessoas que estavam nas ruas. A gente empregou essas pessoas em 191 empresas privadas. Nós convidamos as empresas a participarem desse processo e 85% das pessoas que foram empregadas continuam nos empregos. Empresas como o McDonalds, a Riachuelo, o Burger King, o Coco Bambu. […] Essas empresas não ganharam nada em troca, a não ser a diminuição no turn over [rotatividade]. Porque quando essas pessoas que estão em situação de rua têm uma oportunidade, elas agarram. Foi uma prova que o liberalismo, ou seja, a proposta de resolver problemas sociais por meios liberais, por meio da economia, funciona. Daí que veio meu slogan, a minha hashtag principal, que é ‘liberal no social’. Ou seja: levar esse olhar da economia, da oportunidade de renda, para essa área que por tanto tempo foi sucateada pela esquerda, que se diz proprietária desse tema social. O sequestro dessa pauta [social] pela esquerda não resolveu o problema da pobreza, pelo contrário: aumentou a dependência das pessoas em programas sociais, em especial nos de transferência de renda.”

Foto: Boletim da Liberdade

Redução do Estado

“Diminuir o tamanho do Estado é a principal premissa nossa. Mas, para que o Estado diminua, alguém precisa assumir isso. Não existe vácuo na política, muito menos no setor público. O Brasil foi construído quase como um país socialista e isso deteriorou demais nossa economia e nosso potencial de geração de riqueza, bem como da liberdade do indivíduo como consequência. É preciso haver uma transição entre esse Estado gordo, grande, pesado e caro para um Estado leve e que traga benefícios e possibilidades de o indivíduo crescer, sobreviver e, principalmente, viver bem, ter qualidade de vida. Para essa transição ocorrer, precisa muito da participação do Legislativo, porque as leis hoje travam muito o trabalho do [Poder] Executivo e, consequentemente, a vida do cidadão. […] Existem setores como agendamento de serviços na Prefeitura que podem ser privatizados, inclusive o agendamento de atendimento médico, que hoje é patético. […] Tem também muitas iniciativas que gostaríamos de fazer, como falar do voucher na área da educação, voucher na área da saúde. Muitas alternativas já testadas fora do Brasil em países mais liberais, com mais liberdade, que poderíamos aplicar. Claro que testando e, a partir daí, expandindo, sem virar a chave de uma vez, mas avançando.”

Bruno Covas

“São Paulo estava construindo um caminho mais liberal, mas de repente o João Doria saiu. O Bruno Covas não é muito o perfil que eu admiro como gestor. Como pessoa, não tenho muito o que falar, porque é uma pessoa legal, inteligente, boa praça, tenho uma boa relação pessoal com ele. Mas não é um líder que eu admiro. Tanto que eu saí do governo dele, fiquei mais um período até bater as metas que eu queria e deixei a Prefeitura. Não tinha o alinhamento com aquilo que eu acredito que fosse o ideal para gerir uma cidade com mais de 12 milhões de habitantes. Não concordo com a maneira de gerir do Bruno Covas, que – inclusive – tem um alinhamento muito mais com a esquerda – e ele mesmo diz isso -, do que com o centro, o liberalismo e a própria direita. Não tenho alinhamento nenhum com o Bruno Covas. Ele, inclusive, descontinuou os principais programas que nós criamos, que eu criei em especial, inclusive o ‘Trabalho Novo’, que gerou emprego para mais de 3 mil pessoas nas ruas.”

Não pode assistir a entrevista? Ouça a versão podcast ou salve para ouvir na rua:

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