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Secretário de Cultura defende cota para filmes nacionais como contraponto à hegemonia do cinema norte-americano

Roberto Alvim se prontificou a defender o decreto do presidente Jair Bolsonaro estipulando sua Cota de Tela para 2020, que gerou polêmica nas redes sociais
Roberto Alvim (Foto: Reprodução/Facebook)
Roberto Alvim (Foto: Reprodução/Facebook)
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O Secretário Especial de Cultura, o dramaturgo Roberto Alvim, se manifestou em vídeo nesta quarta-feira (25) acerca do decreto assinado pelo presidente Jair Bolsonaro que estabelece as regras do próximo ano para a cota de filmes nacionais. Ele defendeu a medida.

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“A indústria cinematográfica norte-americana é gigantesca e ela exerce uma influência absoluta em todas as salas de exibição de qualquer país do mundo”, diagnosticou. “Não dá para deixar a regulação ao que se poderia chamar de livre mercado, porque o que você assiste no cinema é fruto de decisões de negócios tomadas em Hollywood, nos EUA, em escritórios de Los Angeles”, ele avalia.

Roberto Alvim defendeu a necessidade de estabelecer uma cota mínima obrigatória para a exibição de filmes nacionais nos cinemas e disse que a cota que Bolsonaro determinou “é a menor cota de toda a história do Brasil”, garantindo menos de 30 dias por ano de exibição de filmes brasileiros.

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Ele ressaltou ainda que a Cota de Tela é uma obrigação presidencial. De fato, ela é fixada anualmente por decreto regulatório, tendo previsão legal no artigo 55 da Medida Provisória nº 2228-1/2001, estabelecida, portanto, no governo do PSDB de Fernando Henrique Cardoso.

Apoio estatal à produção de filmes

Ele considera que o estado deve proporcionar à população “obras de arte e de alta cultura que amalgam a identidade de um povo, fortalecem sua sensibilidade, ampliam a sua perspectiva de mundo e nos conduzem a uma percepção espiritual da existência”.

Enalteceu que a secretaria disponibilizará do fundo setorial do audiovisual, através de uma série de editais pautados “pela qualidade artística”, uma verba de R$ 700 milhões de reais para a produção de filmes nacionais “que tratem do nosso país, que tratem dos nossos valores, que tratem da nossa civilização nacional”. A cota ajudaria na exibição de filmes e faria um contraponto ao “massivo bombardeio e o poderio econômico hegemônico dos EUA na indústria cinematográfica”. Confira:

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