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Guedes: reforma administrativa foi adiada para evitar ‘quebra-quebra’ nas ruas

Ministro da economia ponderou o risco de que, ao enviar quatro propostas ao mesmo tempo, fosse criado o ambiente para que começassem a fazer 'bagunça' nas ruas
(Valter Campanato/Agência Brasil)
(Valter Campanato/Agência Brasil)
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A reforma administrativa que o governo apresentaria no novo conjunto de medidas para modernizar a administração pública foi adiada por uma questão de “timing”. A declaração veio do próprio ministro Paulo Guedes, da economia, publicada em entrevista ao jornal O Globo neste domingo (1). [1]

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“O presidente me assegurou que apoia a reforma administrativa . O problema é timing . Você não quer dar um pretexto pro sujeito fazer quebra-quebra na rua”, pontuou.

Na sequência, Guedes nega que tenha desistido da proposta. E promete: “Vai haver a reforma administrativa”.

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“Só que, nesse timing , você dá pretexto para os outros fazerem bagunça. Quando você bota quatro reformas, pelo menos uma começa a fazer bagunça”, declarou.

O ministro afirmou, ainda, que é uma “insanidade” ter “gente chamando” por manifestantes como as que ocorreram no Chile.

“Chamar pra rua manifestação ordeira e pacífica, como a que fazem quase todo fim de semana, problema nenhum. Agora, chamar para a rua para fazer igual no Chile e quebrar tudo foi uma insanidade, irresponsabilidade”, disse.

Como já noticiado pelo Boletim, a reforma administrativa que o governo deve propor deve incluir o fim da estabilidade no funcionalismo para um amplo conjunto de carreiras.

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