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João Amoêdo critica possibilidade de volta da CPMF: ‘Por que insistir na ideia?’

Ex-candidato ao Palácio do Planalto pelo Partido Novo, Amoêdo frisou nas redes sociais sua defesa ao Imposto sobre Valor Agregado (IVA), que tramita no Congresso Nacional com o nome de IBS

João Amoêdo em entrevista ao Boletim da Liberdade em janeiro de 2018 (Foto: Reprodução/YouTube)

O presidente do Partido Novo, João Amoêdo, voltou a criticar nesta terça-feira (10) a possibilidade de recriação de um imposto sobre transações financeiras. Como noticiado nos últimos dias nos principais veículos de comunicação do país e confirmado por Paulo Guedes, o tema voltou ser alvo de estudos do Ministério da Economia e já divide os liberais quando o assunto é o modelo de reforma tributária ideal.

“A ressurreição da CPMF não é bem vista por tributaristas, por parlamentares e pela população. Por que insistir em uma ideia que não foi adotada por nenhum país desenvolvido, ao invés de unificarmos cinco impostos em um sobre valor agregado, como funciona nos países que deram certo?”, questionou Amoêdo.

A crítica de Amoêdo, como antecipado pelo Boletim da Liberdade, vai ao encontro da posição do deputado federal Alexis Fonteyne, o mais dedicado ao tema na Câmara dos Deputados.


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Em entrevista ao site, Fonteyne disse que votará contrário a um imposto sobre transações financeiras mesmo em caso de desoneração da folha de pagamento, medida defendida por Guedes.

Nas redes sociais, Amoêdo também traçou um comparativo entre o imposto sobre movimentação financeira e o imposto sobre valor agregado, que tramita no Congresso com a sigla de IBS.

Enquanto o primeiro, para ele, seria cumulativo, centralizaria recursos na União e incentivaria a informalidade, o IBS seria não-cumulativo, ampliaria o federalismo e incentivaria a formalização.

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