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Ministério da Economia segue trabalhando em projeto de volta da CPMF

Segundo jornal, novo imposto sobre movimentações financeiras giraria em torno de 1% e visaria a desoneração da folha de pagamento para empresas; medida, no entanto, não é ainda bem aceita pelo presidente

- Publicado no dia
Paulo Guedes conversa com parlamentares (Foto: Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil)

Ministério da Economia, comandado por Paulo Guedes, por meio da sua Secretaria de Receita Federal, chefiada por Marcos Cintra, segue trabalhando com a possibilidade de propor a criação de um novo imposto sobre movimentação financeira, similar à antiga CPMF. Como noticiado com exclusividade pelo Boletim da Liberdade, essa ideia já havia sido mencionada ainda durante a campanha pelo ministro Paulo Guedes.

Segundo publicado no jornal O Globo nesta terça-feira (3), uma das motivações do projeto seria compensar uma nova política de redução da tributação sobre a folha de pagamentos das empresas. Dados comprovariam que o modelo poderia trazer benefícios para a economia e estimular a criação de empregos, reduzindo o custo do trabalho.


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Quanto à alíquota, a publicação afirma que o Ministério estaria trabalhando em algo em torno de 1%, incidindo 0,5% na origem e 0,5% no destino. O jornal ressaltou ainda que, no último sábado (31), o presidente Jair Bolsonaro, quando questionado por jornalistas sobre o assunto, outra vez manifestou desconforto sobre o projeto.

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