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Kim sobre Moro e Dallagnol: ‘estão fazendo tempestade em copo d’água’

Deputado e coordenador nacional do Movimento Brasil Livre afirma que vazamentos não comprometem o então juiz Sérgio Moro e associou escândalo com momento decisivo da reforma da Previdência

- Publicado no dia
Foto: Reprodução/Facebook

Coordenador nacional do Movimento Brasil Livre, o deputado federal Kim Kataguiri (DEM/SP) divulgou em suas redes sociais nesta segunda-feira (10) uma avaliação preliminar sobre o vazamento de conversas entre o então juiz Sérgio Moro e o procurador Deltan Dallagnon.

Segundo ele, as informações até agora divulgadas significam uma “tempestade em copo d’água” e, para basear seu argumento, relembrou a Lei Orgânica da Magistratura que relata deveres dos magistrados.

“São deveres dos magistrados tratar com urbanidade as partes, os membros do Ministério Publico, os advogados, as testemunhas, os funcionários e auxiliares da Justiça e atender os que o procurarem, a qualquer momento, quando se trate de providência que reclame e possibilite solução de urgência”, frisou.


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Para o parlamentar, as conversas comprovam diretamente que não teria havido conluio, pois o então juiz federal Sergio Moro chegou a negar apreciar no mesmo dia um pedido do procurador.

Também não haveria subordinação do MP às vontades do juiz: o próprio procurador, mais adiante, afirmou que não poderia acolher uma sugestão de Sérgio Moro por questões de logística de operação.

Ao fim, Kim pediu que a população que não se deixe levar pela oposição, pois o Congresso está em um momento crucial para a reforma da Previdência.

“Até agora, o meu posicionamento é bastante claro. Não há nada que comprometa a Operação Lava Jato. Dizem que tem mais mensagens, vamos aguardar, mas agir com equilíbrio e serenidade porque estamos em semana de leitura de relatório de reforma previdenciária e a votação da PLN 4. Só interessa a quem quer afundar o Brasil a gente atrasar essas votações. Isso me lembra muito a denúncia do Janot quando a reforma previdenciária do governo Temer estava prestes a ser votada. Quando os privilégios do Ministério Público estavam prestes a acabar, sai a denúncia que se demonstrou posteriormente mal fundamentada contra o ex-presidente Michel Temer”, concluiu.

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