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Bolsonaro defende liberdade econômica e garante superação de ‘dificuldades iniciais’ do governo

O presidente realizou uma transmissão em rede nacional comemorando a assinatura da Medida Provisória da Liberdade Econômica e fez referência aos desafios enfrentados até aqui
Jair Bolsonaro (Foto: Wilson Dias/Agência Brasil)
Jair Bolsonaro (Foto: Wilson Dias/Agência Brasil)
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O presidente Jair Bolsonaro usou a rede nacional de televisão para fazer um pronunciamento prestigiando a assinatura da Medida Provisória da Liberdade Econômica. O vídeo foi transmitido nesta quarta-feira (01) nas diversas emissoras.

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Conforme o Boletim sintetizou, a medida, que precisa ser aprovada pelo Congresso em 120 dias para ser transformada em lei, oferece uma série de garantias individuais de caráter desburocratizante, facilitando a abertura de empreendimentos. A assinatura foi feita em uma cerimônia que contou com a presença de figuras egressas do movimento liberal, como Helio Beltrão e Geanluca Lorenzon.

No vídeo, o presidente disse que o propósito é “garantir iniciativas de livre mercado”, restringindo o papel estatal no controle e fiscalização das relações econômicas, por iniciativa do Ministério da Economia. De acordo com ele, os direitos estabelecidos na medida provisória são “considerados essenciais ao desenvolvimento do país”.

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Bolsonaro definiu o ato como parte do “compromisso” de seu governo “com a plena liberdade econômica, única maneira de proporcionar por mérito próprio e sem interferência do estado o engrandecimento de cada cidadão”. A medida é um contraponto à sequência de episódios recentes em que o liberalismo do governo sofreu contestações, como a suspensão temporária do aumento do preço do diesel pela Petrobras.

Observação final

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O presidente encerrou seu discurso de pouco mais de dois minutos com uma observação muito importante sobre seu governo, dirigindo-se à população em sinal de confiança. “Eu sei que unidos ultrapassaremos essas dificuldades iniciais que são naturais nas transições de governo, especialmente se as concepções políticas forem antagônicas”, afirmou.

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O discurso não esclareceu que dificuldades seriam essas, mas sugeriu o reconhecimento de que há na base do governo pensamentos distintos. Esses grupos, incluindo os círculos militares e uma ala que ficou conhecida como “ideológica”, entraram em choques notórios nas últimas semanas, provocando atritos públicos no começo da gestão. Confira o vídeo:

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