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Lideranças do Livres discutem sobre domínio de ‘Vingadores’ nos cinemas

Duas figuras expressivas do movimento suprapartidário não se entenderam sobre a multiplicação de salas de cinema exibindo o filme dos heróis e deixando de exibir produção nacional

- Publicado no dia
(Foto: Fernando Lemos / O Globo)

Os heróis mais poderosos da Marvel se reuniram no filme “Vingadores: Ultimato” para derrotar definitivamente o poderoso Thanos. Porém, eles conseguiram criar uma nova confusão: uma discussão no Twitter entre filiados importantes do Livres.

A economista Elena Landau, ex-presidente da entidade, e o cientista político e deputado estadual Fabio Ostermann (NOVO/RS), foram as duas figuras que travaram a contenda.

O embate teve início porque a Landau não ficou contente com a informação de que o filme dos super-heróis estava dominando as salas de cinema, reduzindo os espaços de exibição da comédia nacional “De Pernas pro Ar 3”, com a humorista e atriz Ingrid Guimarães.


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Deputado Fabio Ostermann é ex-diretor do Instituto Liberal (Foto: Marcelo Bertani | Agência ALRS)

Pouco antes, o diretor e roteirista Kleber Mendonça Filho havia comentado no Twitter que a perda de 300 salas de cinema pelo filme brasileiro para acomodar a estreia de “Vingadores” é produto de um mercado que “corre sem lei”, cuja lógica seria a de “subtrair para ganhar e não a de somar com diversidade”, pois ambas as produções “poderiam ir bem, sem desequilíbrio”. Elena Landau, então, concordou e disse que “retirar um filme que estava com demanda firme e crescente é um absurdo”.

Fabio Ostermann questionou Landau se os donos das salas de cinema foram forçados a tirar o filme brasileiro do ar ou apenas “vislumbraram uma oportunidade de ganhar sazonalmente mais dinheiro e, com isso, manter suas portas abertas inclusive para mostrar outros filmes brasileiros que não lucrem tanto”.

Landau respondeu que eles foram forçados e Ostermann reagiu: “Foram coagidos pela forte demanda dos consumidores por salas disponibilizando o filmem estrangeiro? Se a gente for levar a cabo esse conceito de “coerção”, onde é que se vai parar?”. Confira os tweets:

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