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Presidida por liberal, nota da Petrobras responde intervenção de Bolsonaro

Empresa foi alvo de fortes críticas após suspensão do reajuste do preço do combustível e sofreu grande queda na bolsa de valores; Roberto Castello Branco, presidente da companhia indicado por Guedes, se manifestou

- Publicado no dia
Roberto Castello Branco, presidente da Petrobras (Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil)

Em nota à imprensa publicada nesta sexta-feira (12), a Petrobras declarou que considera “legítima” a preocupação do presidente Jair Bolsonaro com os preços dos combustíveis. A nota foi assinada pelo presidente da empresa, Roberto Castello Branco.

Roberto Castello Branco é economista formado na FGV e possui pós-doutorado na Universidade de Chicago, um dos principais centros que promovem o liberalismo econômico no mundo.


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A nota publicada pela Petrobras é uma resposta às críticas enfrentadas de ingerência política sobre a empresa. Na última quinta, a Petrobras havia decidido suspender o reajuste de 5,7% do preço do diesel, após telefonema de Bolsonaro.

O governo teme que novos reajustes do combustível desencadeie uma nova greve de caminhoneiros, como ocorreu em maio do ano passado e provocou fortes desgastes do governo Michel Temer (2016-17).

No comunicado, Castello Branco afirmou que a suspensão do reajuste foi baseada em  “cálculos técnicos e na posição de instrumentos de hedge para sua proteção contra prejuízos”.

Desde o mês passado, a Petrobras já vinha anunciando medidas que amenizassem o custo dos repasses sobre os caminhoneiros. Entre as medidas anunciadas estavam o “Cartão caminhoneiro” e o prazo de reajustes mais espaçados.

Ainda em nota, Castello Branco acrescentou que “a Petrobras é uma empresa completamente autônoma para a tomada de decisões, coerente com seus fins institucionais e que sempre buscará a defesa do interesse dos seus acionistas e do Brasil”.

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