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Ex-oficial venezuelano diz que Amazônia abriga rede narcoterrorista islâmica

Denúncia diz que há evidências da ligação entre o governo de Maduro e jihadistas; para especialista, “assistimos o limiar da criação de um Estado Islâmico na América do Sul”.

- Publicado no dia
Nicolás Maduro e Ali Khamenei, supremo líder do Irã (Foto: Reprodução/Facebook)

Texto publicado pelo blog da jornalista venezuelana Maibot Petit informa que um oficial desertor do exército venezuelano, Daniel Archer, relatou uma “estranha interação” entre membros do governo de Maduro com radicais islâmicos, que estariam operando atividades de garimpo ilegal em regiões remotas da floresta amazônica.

Archer denunciou que cerca de 50% das crianças das tribos indígenas locais têm morrido de inanição nas regiões exploradas por mineradores islâmicos e de garimpeiros brasileiros.


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O ex-oficial também denunciou a existência de laboratórios de refino de cocaína que é enviada em aeronaves oficiais venezuelanas diretamente para Cuba. De lá, a droga é encaminhada para o México, por onde entra nos Estados Unidos.

A denúncia do ex-oficial confirma evidências de ligação entre o governo da Venezuela e Jihadistas, divulgadas por relatórios do Departamento do Tesouro americano e pelo jornal Wall Street Journal. Estas evidências sugerem que órgãos governamentais venezuelanos estariam fornecendo identidades e documentos oficiais para pessoas que podem integrar grupos terroristas do Oriente. [2]

Outras evidências apontam para o ex-vice-presidente venezuelano Tareck El-Aissami ser suspeito de manter ligações secretas com muçulmanos engajados em atividades terroristas. El Assami foi alvo de sanções oficiais pelos EUA e de outros países.

Militantes islâmicos pró-jihad atuando na Palestina (Foto: Reprodução/Rede Soberania)

Em entrevista publicada no site Sociedade Militar, o doutor especialista em direito internacional, o venezuelano Pablo Garray, confirmou a possibilidade de redes terroristas ligadas ao Hezbollah atuarem em território sul-americano. [3]

Garray mencionou a facilidade de entrada e saída de terroristas islâmicos em território venezuelano. Vôos de Caracas x Teerã alcançam uma taxa inferior a 10% de ocupação de assentos, o que os tornam “economicamente inviáveis”.

Segundo Garray, “grupos terroristas detém um território que eles governam em 90%, uma economia que não controlam muito porque Caracas esta em crise, mais o negócio principal deles, que é a extração dos minerais e o transporte de droga que chega da Colômbia. Eles pagam com armas, e com dólares. E o petróleo que tem extração praticamente artesanal, tem baixo custo, e muita qualidade”

Garray afirma a América do Sul se encontra na fronteira e limiar de “assistir a criação de um Estado Islâmico na América do Sul. O que colocaria em perigo toda a região”.

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