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Olavo de Carvalho senta à direita de Bolsonaro em jantar nos EUA

Segundo presentes ao encontro, o economista Paulo Guedes teria chamado o filósofo de “líder da revolução” e ele teria causado boa impressão

- Publicado no dia
(Foto: Reprodução / Facebook)

O filósofo Olavo de Carvalho teve lugar de destaque neste domingo (17) em jantar na embaixada brasileira em Washington, no começo da visita do presidente Jair Bolsonaro aos Estados Unidos, onde encontrará o presidente americano, Donald Trump. O escritor e pensador se sentou à direita de Bolsonaro. [1]

Entre os integrantes da comitiva do presidente, estavam o ex-estrategista de Donald Trump, Steve Bannon, muito próximo de Eduardo Bolsonaro (PSC-SP); o acadêmico Walter Rusell Mead; a colunista do Wall Street Journal Mary Anastasia O’Grady e o editor da revista literária The New Criterion, Roger Kimball. Pelo lado brasileiro, a comitiva incluía o ministro da Economia, Paulo Guedes; o ministro de Ciência e Tecnologia, Marcos Pontes, o porta-voz da Presidência, Otávio Rego Barros, e os acompanhantes Tereza Cristina, ministra da Agricultura, e Sérgio Moro, da Justiça.


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O diretor de cinema Josias Teófilo, responsável pelo filme “O Jardim das Aflições”, sobre a obra de Olavo de Carvalho, foi quem primeiro repercutiu a informação de que o pensador estaria junto ao presidente nesse encontro. Ele disse ainda que o presidente “começou o discurso na Embaixada elogiando e agradecendo Olavo. Disse que foi o trabalho dele que permitiu e facilitou a sua candidatura”.

De acordo com presentes ao encontro, Paulo Guedes, Ministro da Economia, teria dito que Olavo é “o líder da revolução” e o ex-juiz Sérgio Moro teria aproveitado o momento para “quebrar o gelo” depois que Olavo e seguidores o criticaram pela nomeação – depois revertida –  de Ilona Szabó como suplente no Conselho Nacional de Política Criminal e Penitenciária. [2]

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