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João Amoêdo acusa Bolsonaro de fugir de esclarecimentos sobre caso Queiroz

O presidente da República acusou a jornalista Constança Rezende, replicando um áudio divulgado pelo canal ‘Terça Livre’ de estar tramando contra seu governo

- Publicado no dia
João Amoêdo (Foto: Reprodução / Diários da Liberdade)

O final do domingo (10) foi marcado por uma polêmica divulgada pelo presidente Jair Bolsonaro. Juntamente com o canal de mídia Terça Livre, o presidente acusou a jornalista Constança Rezende, de O Estado de S. Paulo, de querer deliberadamente derrubar o governo. O fundador do Partido Novo, João Amoêdo, não gostou da abordagem e fez uma dura crítica ao presidente.

Tudo começou porque Bolsonaro replicou uma publicação do canal de mídia com um áudio em inglês contendo um diálogo da jornalista, em que ela afirma ter acesso a documentos sobre a investigação relativa ao caso do ex-assessor do senador Flávio Bolsonaro (PSC-RJ), Flávio Queiroz, investigado pelo Coaf.  A transcrição do Terça Livre aponta a jornalista dizendo que “sua maior preocupação” é que o caso não avance, o que seria “uma grande frustração”, porque ela achava ser “um caso de impeachment”. Rezende ainda estaria assumindo que os documentos sobre o caso a que teve acesso não são públicos.

O Estado de S. Paulo se manifestou a respeito, alegando que as frases da gravação foram retiradas de uma conversa que a jornalista teve em 23 de janeiro com alguém que se apresentou como um estudante interessado em comparar Donald Trump e Jair Bolsonaro. O jornal disse ainda que o áudio está truncado, contendo trechos selecionados que distorcem o significado. O Globo também comentou que a acusação à jornalista é falsa; Bolsonaro mencionou que Rezende é filha de Chico Otavio, que trabalha para o jornal. [1]  [2]

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Foi depois disso que Amoedo, já no começo madrugada de segunda-feira (11), comentou: “O tweet do presidente Bolsonaro sobre a jornalista do Estadão tenta deixar de lado o que importa: o esclarecimento dele e do senador Flávio sobre o caso Queiroz”.

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