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Nomeação de Ilona Szabó pelo Ministério da Justiça provoca reações negativas

A cientista política que defende agendas totalmente contrárias às do governo Bolsonaro entrou como suplente em órgão de caráter consultivo

- Publicado no dia
Ilona Szabó (Foto: Reprodução / Facebook)

A cientista política Ilona Szabó foi nomeada pelo ministro da Justiça Sérgio Moro nesta quarta-feira (27) como suplente do Conselho Nacional de Política Criminal e Penitenciária. A nomeação provocou muitas críticas entre liberais, conservadores e a base de apoio do governo Bolsonaro. [1]

Ilona Szabó é especialista em segurança pública e co-fundadora do Instituto Igarapé, um think tank voltado a discutir agendas de justiça e segurança pública. No entanto, suas posições são abertamente contrárias à agenda do governo. Suas declarações favoráveis à liberação do aborto e das drogas, ao desarmamento e ao “desencarceramento”, bem como suas relações com o polêmico bilionário húngaro George Soros, são fatores que despertam o inconformismo com sua ascensão ao posto.

Szabó é crítica do Escola Sem Partido e do decreto sobre porte de armas do governo Bolsonaro. A nomeação suscitou a hashtag “IlonaNão” no Twitter. O mandato dela é de dois anos e o órgão tem caráter exclusivamente consultivo. Confira algumas manifestações de influenciadores:


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Renan Santos (Movimento Brasil Livre)

Marcelo Rocha Monteiro (procurador de Justiça do Rio, ligado ao MBL)

Benedito Gomes Barbosa (presidente da ONG Viva Brasil e ativista contra o desarmamento)

Rodrigo Constantino (economista e presidente do Conselho Deliberativo do Instituto Liberal)

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