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Embaixador israelense defende tecnologia usada em Brumadinho

Declaração responde a críticas de um tenente-coronel que alegou que os instrumentos trazidos não são úteis a desastres como o do rompimento da barragem da Vale

- Publicado no dia
Yossi Shelley (Foto: Reprodução / Federação Israelita do Rio Grande do Sul)

A segunda-feira (28) foi marcada por uma discussão acerca da tecnologia israelense empregada pela equipe técnica de 136 pessoas enviada a Brumadinho, Minas Gerais. O tenente-coronel Eduardo Ângelo alegou que os equipamentos trazidos de Israel “não são efetivos” para o tipo de desastre ocorrido com o rompimento da barragem da Vale na cidade, mas o embaixador israelense no Brasil rebateu a afirmação. [1]

Yossi Shelley comentou: “Começamos os trabalhos hoje cedo e até agora ajudamos a resgatar 15 corpos na lama. Não viemos disputar quem é mais forte. Queremos ajudar as famílias, o calor do corpo é o calor da terra. Então nesse caso não funciona. Mas trouxemos, por exemplo, um sonar que pode detectar o corpo, fazer imagem dos corpos na lama”. Ele disse ainda que o sonar chegou a ser usado, no que foi contestado pelo tenente Pedro Aihara.


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Porta-voz do Corpo de Bombeiros, Aihara disse que ainda está em estudo a melhor forma de fazer uso desse equipamento. Ele sustentou que os itens trazidos pela equipe israelense “oferecem, sim, recursos positivos ao trabalho dos bombeiros. Todavia, é necessária alguma adaptação às condições que eles estão acostumados a trabalhar”.

As Forças de Defesa Israelenses informaram que o grupo enviado prestou seu apoio ao resgate dos corpos presos dentro de um ônibus soterrado na área da mina Córrego do Feijão. No entanto, a equipe ainda está tomando cuidado e fazendo mapeamentos adicionais para atuar na área da barragem rompida.

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