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Posse de armas: decreto foi ‘tímido’ e ‘pouco profundo’, afirma Bene Barbosa

Especialista em segurança pública e um dos mais conhecidos ativistas em prol do armamento civil no país, Bene Barbosa criticou o decreto de Jair Bolsonaro e índice adotado para efetiva necessidade

- Publicado no dia
Foto: Reprodução/YouTube

O ativista em prol do armamento civil Bene Barbosa afirmou, em entrevista à jornalista Leda Nagle, que o decreto assinado pelo presidente Jair Bolsonaro sobre a posse de armas de fogo nesta terça-feira (15) foi tímido e pouco profundo.

“Uma parte do governo acabou pressionando para trazer algo mais palatável, principalmente para a grande mídia, a grande imprensa, talvez na esperança de que batessem pouco. Mas, seja pouco ou seja muito, íam bater de qualquer maneira”, avaliou.

Segundo Bene Barbosa, a medida assinada por Bolsonaro “gerou um desgaste” entre os apoiadores do presidente e defensores do armamento civil.


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“Isso não sou eu quem está falando. O sentimento não é meu, o sentimento é daquelas pessoas que eu conheço, represento de certa forma. No meu Facebook, Instagram e Twitter, todo mundo está falando mal desse decreto por causa dessa timidez. Por essa pouca profundidade que ele teve. Poderia ter ído mais [longe]”, opinou.

Bene afirmou também que Bolsonaro havia dado, anteriormente, uma “injeção de ânimo”, mas que o decreto ficou confuso e abaixo das expectativas. Apesar disso, reconheceu que já é um avanço ter um governo que não é desarmamentista.

“Se imaginou [que o novo decreto trouxesse] critérios objetivos. Um deles é que a justificativa de efetiva necessidade se tornasse automática dependendo do índice de homicídios a cada 100 mil habitantes. Mas isso trouxe problemas. Além de não ter ficado claro se o índice se refere a municípios ou estados, pessoas que morem em locais mais seguros, como São Paulo, podem eventualmente perder esse direito, enquanto que pessoas que moram em locais mais perigosos continuariam[podendo possuir uma arma]. Isso não é justo. Além disso, apenas o índice de homicídio não caracteriza se a sociedade é segura. Você pode ter baixos homicídios mas ter muitos assaltos, estupros e invasões de residência”, justificou.

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