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Manifesto pede que NOVO seja ‘aliado ao conservadorismo’ e gera reações

Manifesto e abaixo-assinado defendem também candidaturas "sem viés coletivista", possuem críticas ao "globalismo" e "progressismo" e pedem mais democracia no partido
Evento do diretório estadual do NOVO do Rio de Janeiro, em 2018 (Foto: Divulgação)
Evento do diretório estadual do NOVO do Rio de Janeiro, em 2018 (Foto: Divulgação)
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Um manifesto que circula na internet, em forma de página no Facebook e abaixo-assinado, pede que o Partido Novo passe por uma série de reformulações. Entre elas, que a legenda seja “a favor do liberalismo aliado ao conservadorismo”. [1][2]

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O texto, formulado por 56 signatários, entre filiados e não-filiados, afirma que é preciso “corrigir rumos urgentemente” da legenda e “garantir que o partido deixe claro ser a casa de liberais clássicos e conservadores”.

Há também pedidos de maior participação democrática nos diretórios locais e realização de prévias para a escolha de candidatos a prefeito, governador, senador e presidente.

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O texto também critica ferozmente o que chama de “progressismo”, que seria uma “variação moderna do socialismo”, e também o “globalismo”. Neste âmbito, defende candidaturas “sem viés coletivistas e progressistas”, “nos moldes dos sociais-democratas do PSDB”.

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Críticas

O movimento, contudo, que até a publicação desta matéria tinha menos de 200 assinaturas de apoio no site “Change.org”, foi alvo de críticas de filiados.

Entre eles, Roberto Rachewsky, do Rio Grande do Sul, um dos fundadores do tradicional Instituto de Estudos Empresariais (IEE), organizador do Fórum da Liberdade. [3]

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“O manifesto envolve filiados do partido que se autodenominam de ‘liberais conservadores’, uma perversão conceitual equivalente àquela que eles querem, em tese, combater, a do ‘liberal progressismo’. Querem democracia onde há um estatuto e uma hierarquia organizacional aos quais aderiram voluntariamente. Querem alterar princípios, valores e ideais que formam a essência do partido”, escreveu, nas redes sociais.

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Rachewsky, entrevistado pelo Boletim da Liberdade em dezembro passado, afirmou ainda que “não existe organização fundada em princípios e com hierarquia organizacional que resista à democracia” e que, se o desejo é um partido de maior participação pelo voto nas decisões, há o PSDB ou a Rede. “Se querem um partido conservador, existe o PP e o PSL”, arrematou, prometendo ainda se desfiliar caso o movimento vingue.

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