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Em nota sobre atentado a Bolsonaro, MBL relembra pregações de ódio da esquerda

Coordenador nacional do Movimento Brasil Livre, Fernando Holiday relembrou falas de lideranças da esquerda brasileira em que houve chamamento à violência contra pensamentos divergentes

- Publicado no dia
Foto: Reprodução/Facebook

O Movimento Brasil Livre divulgou na tarde desta sexta-feira (7) um pronunciamento oficial sobre o atentado à vida de Jair Bolsonaro, candidato à presidência da República pelo PSL. [1]

Lida por Fernando Holiday, coordenador nacional da entidade e vereador de São Paulo, a nota lembra declarações de líderes da esquerda brasileira em pregações de ódio ou controversas.

“É com muito pesar que o Movimento Brasil Livre observa a escalada da violência política no país por parte de gente que é inimiga da democracia. O ataque contra Jair Bolsonaro é mais do que um ataque contra uma pessoa inocente. É um resultado de um constante incentivo à violência política por parte da nossa esquerda”, disse Holiday.


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Em seguida, ele citou que Adélio, o autor do crime, poderia ser Mauro Iasi, presidente do PCB que, há alguns anos, pregou a morte de conservadores. Holiday também exemplificou um discurso de Gleise Hoffmann, presidente do PT, que teria afirmado que, com a prisão de Lula, “iria morrer gente”.

“Em resposta a isso, nossa imprensa e meios midiáticos dizem que [o acidente] é resultado da polarização política. […] Não! Chega de igualar agressores com as vítimas. O que está acontecendo no Brasil é resultado da nossa esquerda. Enquanto o Brasil não tratar com seriedade quem dirige essas mensagens de ódio que tem nome certo, nós não venceremos esse momento tão difícil ao nosso país”, afirmou Holiday.

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