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Página ‘antifascista’ celebra pichação em monumento da Revolução de 32

Revolução dos paulistas contra o governo empossado pela Revolução de 30, lembrada no feriado de 9 de julho, foi comparada ao impeachment de Dilma

- Publicado no dia
(Foto: Reprodução / Facebook)

Com quase 110 mil seguidores, a página “Periferia Antifascista” no Facebook atacou o feriado mais importante de São Paulo. Nesta segunda-feira (9), os paulistas celebraram o aniversário da Revolução Constitucionalista de 1932.

O movimento, que aconteceu depois de quatro jovens morrerem durante protesto contra o Governo Provisório de Getúlio Vargas, aconteceu como uma reação paulista ao processo decorrente da Revolução de 30, em que o gaúcho permanecia no poder sem a convocação de uma Assembleia Constituinte. A disputa pela memória do acontecimento é antiga, entre os que o apresentam como um capítulo de luta pela liberdade no Brasil e os que o veem como mera reação da oligarquia cafeeira.

A página “Periferia Antifascista” divulgou, entre outras publicações atacando o movimento, uma fotografia de um monumento paulista em homenagem à Revolução com uma grande pichação sobre a gravura. A publicação vem com a simples introdução “Sobre o 9 de julho”.

Em outro post, a página afirma que os paulistas “foram insuflados pela sua elite cafeeira” e que a população que comemora o movimento está sendo enganada. Complementaram: “igualmente o enganaram (o povo) agora, no golpe de 2016, quando a mídia massiva, criminosa e irresponsável lhes vendeu uma verdade mentirosa dos fatos”. [1]


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