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Caso Silvio Santos: Holiday discursa após reunir-se com polêmico Zé Celso

Diretor do Teatro Oficina deseja que Câmara Municipal de São Paulo aprove desapropriação de terreno de Silvio Santos por discordar da finalidade que o empresário quer dar ao espaço

- Publicado no dia
Foto: Reprodução/Facebook

O vereador Fernando Holiday (DEM), eleito por São Paulo em 2016 e uma das principais lideranças do Movimento Brasil Livre, fez um firme discurso nesta quarta-feira (6) após reunir-se com o diretor de teatro Zé Celso. O artista pressiona os vereadores a desapropriarem um terreno de propriedade de Silvio Santos que é vizinho ao seu teatro e transformá-lo em um parque público. [1][2]

Contrário à iniciativa, Holiday afirmou que o projeto “tem uma significação muito maior do que um simples parque”. “Nós estamos questionando, na verdade, a legitimidade da iniciativa privada e a priorização de recursos na cidade de São Paulo”, disse o parlamentar, em referência ao desejo de Silvio Santos construir torres residenciais no espaço, o que contraria os desejos de Zé Celso.

“Uma cidade que mal consegue lidar com o seu rombo na previdência, como é que vai conseguir tirar dinheiro para a construção de um parque cujo projeto sequer foi avaliado pelo [Poder] Executivo e cuja construção em nenhum momento foi aprofundada, nem mesmo nessa Casa?”, questionou retoricamente Holiday, denunciando que estão tentando pular etapas para aprovarem o projeto mais rapidamente do que outros.


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O vereador também aproveitou para questionar a concepção de cultura dos artistas do Teatro Oficina. “Existe uma peça onde alguns dos que se encontram aqui fazem um lindo discurso. Um homem nú se agacha de quatro, ergue as nádegas, abre o ânus, e o outro senhor de idade com o seu dedo indicador introduz este dedo no seu ânus. É isso o que acontece no Teatro Oficina!”.

Holiday, por fim, em vídeo publicado em sua página no Facebook, conclui: “Fui eleito também para defender a moralidade na cidade de São Paulo. Fui eleito para ter a responsabilidade com o dinheiro e com a administração pública”.

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