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Roberto Motta diz que Kim Kataguiri é xingado na rua e já precisou de escolta

O engenheiro defende o jovem e o MBL, que define como a maior das novas forças políticas, e diz que espera poder votar em Kim para presidente da República um dia

(Foto: Reprodução / Facebook)

O engenheiro carioca Roberto Motta, ex-Partido Novo e ativista a favor de mudanças nas leis penais, não está satisfeito com os ataques desferidos contra o Movimento Brasil Livre por parte de liberais. É o que ele deixou claro em manifestação muito objetiva em sua página no Facebook.

“Falar é fácil. Postar no Face é mais fácil ainda. Difícil é andar na rua e ouvir um desaforo a cada dois passos, e ser ameaçado de violência em todos os lugares. Essa é a vida do Kim Kataguiri”, definiu Motta. “Eu testemunhei isso. Quando voltávamos do almoço para o auditório do MP-RJ uma moça tresloucada começou a berrar o nome do Kim e a gritar ofensas. Essa é a rotina dele. No final do seminário ele saiu do prédio escoltado. Que país é esse?”.

Motta afirmou ainda que, se tivesse sido aos 21 anos de idade o que o Kim é, seria hoje presidente da República e o Brasil seria primeiro mundo. “Não entendo por que um liberal gasta tempo o atacando. Por que atacar o MBL? O Lula ainda não foi preso, as leis penais continuam uma piada e a corrupção corre solta. Repito: o MBL é a maior força política que surgiu nos últimos anos. Isso NÃO significa desrespeito a ninguém”.





Motta concluiu mencionando movimentos, instituições, partidos e pessoas que gostaria de ver no poder no Brasil e/ou que representam o início de uma nova era no país. Os citados foram Bolsonaro, MBL, IMB, IL, ILISP, VPR, I9 e o PSL/LIVRES, bem como Bernardo Santoro, Helio Beltrão, Stephen Kanitz, Pedro Duarte e Víctor Bosch, além do próprio Kim.



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