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MBL faz desafio inusitado ao Santander após exposição controversa

Movimento quer que o banco destine R$ 800 mil a instituições de caridade que ajudem crianças vítimas de abuso sexual, mesmo valor que deixou de pagar em impostos via Lei Rouanet para patrocinar a exposição
Foto: Reprodução
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O Movimento Brasil Livre não amenizou o tom de crítica ao Santander pelo patrocínio, via Lei Rouanet, de uma exposição controversa com obras de arte hostilizando símbolos religiosos e com referências à sexualidade infantil e zoofilia. Mesmo com o recuo do banco, que pediu desculpas e cancelou a mostra, o MBL divulgou na noite dessa segunda-feira (11) um abaixo assinado exigindo um gesto de “retratação” da empresa “contra a pedofilia”.

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O movimento, que tem o jovem Kim Kataguiri como um dos coordenadores nacionais, pede que o banco doe R$ 800 mil “a uma instituição de caridade que ajude crianças vítimas de abuso sexual”. O valor foi baseado nos R$ 800 mil que o banco teria deixado de pagar em impostos para patrocinar a polêmica mostra artística.

Em vídeo divulgado nas redes sociais, Kataguiri justifica a petição pois, segundo ele, apenas o recuo do banco não basta. “Nós temos que continuar engajados para que todo o dano causado pelo banco às crianças e à sociedade seja reparado”, afirmou.

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Até o momento da publicação dessa matéria, mais de 2,7 mil apoiadores já haviam assinado à petição no site Change.org solicitando ao banco a doação.

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