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Paulo Guedes: ‘Temos de terminar a abertura econômica do Brasil’

Em entrevista à ‘Veja’, Guedes afirmou que Brasil deve ser a ‘maior fronteira de investimentos do mundo em 2021’ e que o desafio é fazer retomada econômica pelo investimento, não pelo crescimento

- Publicado no dia
Paulo Guedes (Foto: Wilson Dias/Agência Brasil)

O ministro da Economia Paulo Guedes mostrou-se otimista com a recuperação econômica do Brasil em 2021. Na avaliação do auxiliar de Bolsonaro, o país “será a maior fronteira de investimentos do mundo”. As declarações foram dadas na nova edição da revista Veja publicada nesta sexta-feira (18).

Para Guedes, ninguém estaria “oferecendo tantas alternativas de investimento quanto nós”, mencionando centenas de bilhões de reais que serão destinados em áreas como infraestrutura, desenvolvimento regional e mineração.


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“Estamos disparando uma onda de investimentos. O grande desafio de 2021 será exatamente esse. Quer investir em petróleo? Vai ter. Quer investir em gás natural? Tem. Quer investir em ferrovia? Tem. Quer investir no setor elétrico? Tem. Quer investir em cabotagem? Tem. Será um cardápio vastíssimo”, disse.

Na mesma entrevista, o ministro falou ainda que, com os novos marcos regulatórios, o país “aprofunda os horizontes de investimento” e torceu para que o governo tenha “encontrado o eixo político”.

“O grande desafio, agora, será transformar a recuperação cíclica alicerçada em consumo em uma retomada do crescimento baseada em investimentos. Porque, para ser crescimento de verdade, é com investimento, ampliação de capacidade produtiva. Temos de fazer uma transição completa de uma economia dirigista para uma economia de mercado. Temos de terminar a abertura econômica”, prometeu.

Na mesma entrevista, Guedes confidenciou que, em determinado momento, cogitou deixar o governo: caso Bolsonaro não vetasse aumentos salariais em meio à pandemia. Bolsonaro vetou. “O presidente confia em mim e eu confio no presidente”, disse. O ministro também falou que “tem problema dentro do governo” em relação às privatizações mas que há um esforço de convencer “um a um” dos ministros.

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