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NOVO divulga nota e alega discordância do posicionamento de Romeu Zema

Governador mineiro, o primeiro eleito pelo Partido Novo em sua história, havia proposto aumento de mais de 40% para servidores da segurança pública, mas projeto foi ampliado na Assembleia Legislativa
(Foto: Reprodução / O Tempo)
Coletiva de imprensa após as urnas indicarem a vitória de Romeu Zema ao governo de Minas Gerais. Na foto, Paulo Brant, Romeu Zema e João Amoêdo (Foto: Diário de Caratinga)

Partido Novo divulgou na noite desta quarta-feira (19) uma nota oficial sobre a recente polêmica dos reajustes salariais em Minas Gerais. No texto, de quatro parágrafos e divulgado no site e nas redes sociais, a sigla presidida por João Amoêdo pontua que “discorda” da decisão do governador “de conceder aumento salarial aos servidores da área da segurança”. [1]

“O partido entende o direito dos servidores de pleitearam reajustes, mas a situação fiscal atual de Minas, que herdou uma condição de calamidade financeira, não permite qualquer gasto adicional. Defendemos que o governador vete todos os reajustes aprovados na ALMG, inclusive aqueles destinados à área de segurança”, diz o texto.

Como noticiado pelo Boletim da Liberdade, a Assembleia Legislativa emendou o projeto de Romeu Zema – que propunha um reajuste de mais de 40% no salário dos servidores da segurança pública – e ampliou o aumento para quase todo funcionalismo estadual. Apenas os deputados estaduais do NOVO votaram contra a medida.





“Atuar com coerência, sempre em linha com nossos princípios e valores, é o nosso maior compromisso com o cidadão brasileiro e fundamental para consolidarmos o NOVO como uma instituição diferenciada na política e os mineiros voltarem a ter o estado que merecem”, concluiu o partido, que elegeu Romeu Zema como primeiro governador.





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