fbpx
PUBLICIDADE

Gianluca Lorenzon defende queda de juros por decisão do Banco Central: ‘liberais podem comemorar’

O Diretor de Desburocratização do Ministério da Economia afirmou que medida precisa ser compreendida em um cenário de existência do Banco Central
O advogado e diretor de programas de liberalização do Ministério da Economia, Gianluca Lorenzon (Foto: Boletim da Liberdade)
O advogado e diretor de programas de liberalização do Ministério da Economia, Gianluca Lorenzon (Foto: Boletim da Liberdade)
PUBLICIDADE

Uma notícia do campo da economia despertou questionamentos em setores liberais e libertários, geralmente mais simpáticos às medidas do Ministério da Economia de Paulo Guedes: a queda de juros do cheque especial, por decisão do Banco Central, anunciada nesta quarta-feira (27). O diretor de Desburocratização do Ministério e ex-integrante do Instituto Mises Brasil Gianluca Lorenzon defendeu nas redes sociais a decisão governamental.

PUBLICIDADE

Os juros serão limitados a 8%, mas Lorenzon afirma que isso não é um problema, porque o julgamento dos liberais deveria ser adaptado à possibilidade oferecida pelas circunstâncias. “Sim, os liberais podem comemorar”, ele garantiu. “No sistema financeiro atual, crédito é “criado” pelo BC e “entregue” através dos bancos. Estes não têm esse “dinheiro” que a pessoa toma quando “cai no cheque especial”.

Leia também:  Em evento de filiação, Flávio faz indiretas a Moro: 'Traidor'

Sendo o crédito do Banco, justificou Lorenzon, os bancos o utilizam para empréstimos e para lucrar de acordo com as regras definidas pelo Banco Central, entre elas a taxa. “Se o “dinheiro emprestado” fosse do banco, então seria outra história. Pessoalmente defendo um sistema como Hayek propôs de free banking, com quebra do monopólio dos bancos centrais pelo mundo. (…) Mas hoje vivemos no monopólio dos bancos centrais. Então é isso”, complementou.

PUBLICIDADE

Lorenzon fez referência à teoria do economista austríaco Friedrich Hayek, que questionava o monopólio da emissão de moedas pelos Bancos Centrais, defendida por outros economistas liberais, como Milton Friedman. A preferência era de Hayek era por uma verdadeira revolução em que os diversos bancos pudesse emitir diferentes moedas, que então competiriam entre elas.

Leia também:  Polícia Federal pede que STF autorize investigação do 'orçamento secreto'

Compartilhe essa notícia:

Leu até aqui? Siga nas redes!

MARCAS APOIADORAS

Podcast

O Boletim da Liberdade tem um propósito: reportar diariamente fatos sobre a liberdade no Brasil e no mundo…

mas nós precisamos da sua ajuda para continuar esse trabalho.

Se você consome e aprecia nosso conteúdo, considere fazer uma assinatura. Com a sua contribuição mensal, você ajuda a manter o site no ar (os custos são realmente altos) e ainda possibilita o nosso crescimento. Além disso, recebe benefícios exclusivos. Temos vários projetos na mesa que só serão viabilizados com maior quantidade de assinantes. Saiba mais e assine agora mesmo.

Colunas mais recentes

Assine o Boletim da Liberdade e receba todas as segundas-feiras a coluna Panorama

Are you sure want to unlock this post?
Unlock left : 0
Você tem certeza que deseja cancelar sua assinatura?