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Roberto Rachewsky rotula discurso de Renan Santos como ‘sanção da vítima’

Para ele, o coordenador do MBL sanciona em seu discurso o roubo praticado pelo estado e é preciso continuar a proclamar que imposto é roubo

- Publicado no dia
(Foto: Reprodução / Opinião Livre)

Fundador do Instituto de Estudos Empresariais, o objetivista Roberto Rachewsky comentou nesta segunda-feira (4), assim como o anarcocapitalista Raphael Hide e o presidente do Instituto Mises Brasil, Hélio Beltrão, as afirmações de Renan Santos, do MBL, sobre o célebre slogan “imposto é roubo”. Ele definiu o discurso de Santos como sendo a “sanção da vítima”.

Expressão da filósofa Ayn Rand, a sanção da vítima “ocorre quando os explorados não apenas aceitam calados a exploração, como ainda defendem e justificam sua existência através da moral do altruísmo, do sacrifício, do coletivismo”. Para ele, a ideia de que há roubo ou extorsão quando “alguém se utiliza, ou ameaça utilizar, de coerção para obter algo que precisaria do nosso consentimento” é algo “inquestionável”.

Para ele, mesmo pagando regularmente os impostos, “jamais podemos consentir intelectualmente, jamais devemos concordar com a ideia de que a coerção estatal é pertinente quando ela é utilizada pervertida e perversamente para violar os nossos direitos”. Isso seria uma espécie de “covardia intelectual que leva as vítimas a sancionarem seus algozes”. Rachewsky reafirmou que o argumento coletivista da dívida com os antepassados lembra o argumento de que os descendentes de escravos seriam credores dos crimes praticados.

Ao contrário dos outros animais, Rachewsky pontua que, apesar de sermos gregários, somos racionais e isso nos torna detentores de direitos, “entre eles o direito à liberdade e o direito à propriedade”. Portanto, ele conclui, “devemos defender que o governo deixe de nos cobrar coercitivamente permitindo que passemos a pagá-lo pelos serviços demandados, como qualquer atividade que envolve seres gregários que cooperam livre e espontaneamente como indivíduos detentores da faculdade do uso da razão”. Confira o post:


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