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Receita diz que esquema de fraude no Rio usou bitcoin para lavar dinheiro

Esquema criminoso investigado pela Operação Pão Nosso no sistema penitenciário do estado envolveu quatro operações com criptomoedas

- Publicado no dia
Representantes da Polícia Federal, da Receita Federal, do Ministério Público do Rio e do Ministério Público Federal em coletiva sobre o caso (Foto: Tomaz Silva / Agência Brasil)

O Boletim noticiou que uma diretora do FMI havia defendido algum nível de regulação do bitcoin, inclusive internacional. No último dia 13, foram presos envolvidos em um esquema de lavagem de dinheiro na Operação Pão Nosso, desdobramento da Lava Jato no sistema penitenciário do estado do Rio de Janeiro, usando justamente o bitcoin.

De acordo com matéria do G1, Luiz Henrique Casemiro, superintendente-adjunto da 7ª Região Fiscal da Receita Federal, afirmou que a percepção é de que os responsáveis pelo esquema fizeram um teste para driblar os órgãos públicos de controle financeiro. Os suspeitos teriam desviado, pelo menos, R$ 73 milhões dos cofres públicos com um esquema de superfaturamento e fraude no fornecimento de pão aos presos do estado. [1]

Foram expedidos 16 mandados e 7 pessoas foram detidas até agora sob a acusação de estarem envolvidas no esquema, incluindo o delegado Marcelo Martins, chefe das delegacias especializadas do Rio, e o ex-secretário de administração penitenciária do governo Sérgio Cabral (MDB), César Rubens Monteiro de Carvalho. O detalhe é que esse processo criminoso englobou quatro operações totalizando R$ 300 mil em criptomoedas. O delegado sintetizou que os criminosos pretendiam receber verbas no exterior “usando um instrumento que não é regulado na maioria dos países” através de remessas.


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