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Doria, Bolsonaro, Alckmin ou Amoêdo: quem melhor representa o liberalismo?

O Boletim da Liberdade traz uma nova enquete para ouvir os leitores acerca dos possíveis candidatos à presidência da república em 2018
Foto: Editoria de Arte
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Falta menos de um ano para o primeiro turno da eleição presidencial de 2018 e os pré-candidatos não escondem mais suas intenções. Muitos deles, inclusive, de olho no eleitorado alinhado à defesa das ideias da liberdade, não apenas não negam como até mesmo assumem ser liberais – algo impensável há não muito tempo na história política do país.

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Segundo colocado até o momento nas pesquisas, o deputado federal Jair Bolsonaro (sem partido) já afirma ser liberal, como relatado por uma reportagem do jornal Folha de S. Paulo publicada nessa segunda-feira (9). Embora reconheça que precise estudar mais e não dê resposta clara se vai ou não, uma vez eleito, privatizar a Petrobras, o parlamentar tem se aproximado de investidores, defendido a independência do Banco Central e apresentado um discurso forte em defesa ao porte de armas.

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Outro político que tenta se aproximar das ideias liberais é o prefeito de São Paulo, João Doria. Além de gozar de explícita simpatia do Movimento Brasil Livre, Doria afirmou nesse fim de semana, de acordo com reportagem do jornal O Estado de S. Paulo, que é um “liberal de centro, nem de direita nem de esquerda”.

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Ainda pouco expressivo, mas já pontuando em pesquisas eleitorais, vem o engenheiro João Amoêdo, ex-presidente e fundador do Partido Novo. Embora seja alvo de algumas críticas por não ser tão radical, Amoêdo aposta no discurso dos vouchers para tornar a máquina pública mais eficiente. O NOVO também é o único partido do Brasil que, por ideologia, não utiliza o fundo partidário ao qual tem direito.

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Dos pré-candidatos com potencial de ser apoiado por liberais por apresentar uma alternativa viável à esquerda socialista, está Geraldo Alckmin, governador de São Paulo. Embora distante, por ideologia, das ideias liberais (o PSDB é um partido social-democrata), o tucano é considerado uma opção moderada na disputa política. Para Carlos Andreazza, da Editora Record, “Geraldo Alckmin não apenas será o candidato do PSDB, como estará no segundo turno”.

A um ano da eleição, ainda podem surgir novas personalidades para disputar o voto liberal. Mas, desses apresentados, quem até agora mais se identifica com as ideias liberais? Vote na enquete abaixo, que ficará aberta até o próximo sábado (13), e deixe seu comentário.

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